Espiritismo e Ateísmo invadem as igrejas
Através da prática médica – alerta a profetisa – o espiritismo invadiu as igrejas. Por meio do médico espírita, Satanás aparece como benfeitor da humanidade, curando as doenças do povo, ao mesmo tempo em que vem (por meio das drogas medicamentosas) operando como destruidor. Ler: Conselhos Sobre Saúde, pág. 460.
“A Medicina degenerou-se em feitiçaria com grave prejuízo para todos. Esta Medicina se degenerou irremediavelmente pelo efeito deletério da magia e da feitiçaria. Com respeito à religião pagã egípcia aplica-se igualmente à Medicina. É neste contexto de II Crônicas 16: 12: “Caiu o rei Asa doente dos pés; na sua enfermidade não recorreu ao Senhor (na pessoa dos Seus profetas que atuavam como terapeutas), mas confiou nos médicos”. A aversão às práticas médicas correntes na época do rei Asa se explica o fato de que a Medicina de então era de tal maneira misturado com a feitiçaria e a superstição que nenhum israelita em boa consciência podia buscar seu socorro. O médico de então não passava de curandeiro e encantador, como é o caso ainda hoje pelo envolvimento do médico com o espiritismo” (Dr. Manfred Krusch, Revista Vida e Saúde, pág. 6 e 7, edição de 1983).
Durante a Segunda Guerra Mundial, graças a Adolf Hitler, com suas experiências malucas que sacrificou nos campos de concentração nazista cerca de 6 milhões de judeus, pensando em criar uma raça mais pura, a Medicina, que não passava de prática de curandeirismo, passou a ser estudada como ciência na área de cirurgias e de anatomia. Até então, o médico não sabia a localização dos órgãos internos por não conhecer o corpo humano por dentro. Com isso, o médico contratava um açougueiro ou um barbeiro para abrir o corpo do seu paciente e, após localizar o órgão a ser tratado, realizava a cirurgia que se pretendia fazer. Quando o problema não era caso de cirurgia, o médico buscava auxílio de um “pai de santo” (o mesmo que macumbeiro), pois ele chegava à conclusão de que o seu paciente não teria ficado curado com a cirurgia, porque poderia estar “sob influência de maus espíritos” e, por essa razão, teria de ser exorcizado, para livrar o corpo dos “espíritos maus” ou dos “deuses hostis” (Medicina, pág. 10, Editora Globo).

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