sábado, 24 de maio de 2008

Está como o diabo gosta

Os reformadores de saúde que congregam na igreja adventista são perseguidos, discriminados e tratados com desprezo pela sua liderança. Por que isto acontece em nosso meio? – A questão é porque o espiritismo se apossou da nossa igreja através da prática médica, a exemplo do que ocorreu com a igreja em Pérgamo. Pelo menos 70 por cento dos membros da nossa igreja, inclusive pastores e anciãos que não vivem a reforma de saúde, são dependentes químicos. Eles usam drogas medicamentosas como se fosse alimento, e por certo estão vivendo do jeito que o diabo gosta!

Ao contrário da prática médica, que se limita a ministração de drogas, o reformador da saúde expõe a necessidade de uma mudança no estilo de vida no comer e no beber. Isto é o que está atrás da iridologia. Então, os rebeldes ou desobedientes aos princípios da reforma pró-saúde, sentem-se repreendidos e agem como agiram os fariseus da antiguidade. Usam de sua influência para incutir na mente do povo que os reformadores da igreja são “espíritas”, cujo objetivo é manter o povo na ignorância sobre a questão da reforma alimentar. O reformador de saúde que congrega na igreja adventista poderia até aceitar ser tratado de “espírita” ou “feiticeiro” ou “bruxo da Nova Era” se a iridologia e as terapias naturais fossem especialidades médica.

Sobre essa briga entre pastores e reformadores de saúde, assim escreveu o pastor Herbert E. Douglass, autor do livro Ministério Profético de Ellen White: “Para os que estão dentro da estrutura institucional (ou seja, no ministério pastoral), o profeta (ou reformador de saúde da igreja) é muitas vezes considerado como alguém que irrita, por causa de suas vigorosas contestações, e também, por causa de seus penetrantes conselhos ou franca reprovação” (Mensageira do Senhor, pág. 236). O pastor Douglass conclui fazendo a seguinte observação: “Para os que fazem parte” da instituição (do ministério), que não são os mais puros, o reformador é sempre inoportuno; eles pensam assim porque são motivados por princípios que nem sempre tem a aprovação de Deus”, como é o caso do apoio à Medicina Convencional que a pena inspirada considera como “feitiçaria de Satanás”.

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