Em 1977, a Casa Publicadora Brasileira, publicou o livro “O Apocalipse Revelado”, de autoria do pastor norte-americano, Roy Allan Anderson, onde o autor revela que a Medicina Alopática, de Galeno, foi desenvolvida em Pérgamo, uma cidade real que foi elevada a capital da Província da Ásia, em 133 antes de Cristo, quando Átalo III entregou seu reino para Roma.
Ainda segundo “O Apocalipse Revelado”, pág. 33, quando Babilônia foi tomada pelos persas, os sacerdotes babilônios que desenvolviam a Medicina sinistra da caldéia, promoveram uma rebelião contra o novo Governo, e foram expulsos do império. Então, os sacerdotes caldeus fugiram para a Ásia Menor, e ali fizeram seu colégio central na cidade de Pérgamo, levando consigo a Medicina caldéia que não passava de ritos de feitiçaria e idolatria pagã. Com isso, Pérgamo tornou-se sede do sistema satânico dos mistérios de Babilônia. Assim, essa cidade da Ásia Menor tornou-se em “sede da religião de Satanás” e, por meio da Medicina desenvolvida pelo médico romano, Galeno, ela formava um elo entre a antiga Babilônia e Roma.
Como tudo começou - No colégio central da cidade de Pérgamo era praticada a Medicina sinistra dos caldeus, que envolviam também ritos religiosos. Ali, os médicos babilônios cultuavam os deuses pagãos e invocavam os “espíritos desencarnados” para promover curas (William B. Barker, Lares and Penates, pág. 232 e 233).
A cidade de Pérgamo, segundo o livro “O Apocalipse Revelado”, pág. 35, era composta de vários templos que eram dedicados aos deuses pagãos, sendo o mais importante deles o de Zeus. Este templo era dedicado a Esculápio, o “deus-serpente” ou “deus da cura”. Assim, uma grande serpente viva era sempre mantida no templo de Zeus, o “deus da Medicina” como objeto de culto. Nesse templo funcionava, também, uma escola de Medicina que foi fundada no ano 200 depois de Cristo, pelo bruxo Cláudio Galeno, médico particular do imperador romano, Marco Aurélio. O emblema dessa escola médica era a serpente. Isto chegou até nós, pois ainda hoje, a serpente que prefigura a pessoa de Satanás continua sendo o emblema da profissão médica.
A prática médica que se baseava em bruxaria, encantamentos, feitiçaria e idolatria pagã tornou-se numa doutrina dentro da igreja, em Pérgamo. A Bíblia, em Apocalipse 2, verso 15, denomina essa prática de “doutrina dos nicolaitas”. Um médico da época, muito temente a Deus, de prenome Antipas, que Deus o considerava como “minha testemunha”, ele se opôs contra o ensino do sistema satânico dos mistérios de Babilônia e, por essa razão, foi martirizado, sendo queimado vivo juntamente com outros 600 mil médicos holísticos, da escola de Hipócrates, além de 90 mil supostas bruxas. Diante do seu apoio à Medicina sinistra que tem raízes do paganismo egípcio e do sobrenatural babilônio, a igreja em Pérgamo tornou-se em “trono de Satanás” (Apocalipse 2: 13).
Uma repetição do que houve em Pérgamo - As igrejas da atualidade não são em nada diferentes da igreja de Pérgamo, que foi a sede da religião de Satanás. O maligno vem usando médicos e pastores para criticar as terapias naturais e enaltecer a Medicina que Ellen White considera como “falsamente chamada ciência”, cujo objetivo é defender a reserva de mercado e fortalecer os cartéis de medicamentos.
Graças ao nazismo do alemão Hitler, a Medicina, durante a Segunda Guerra Mundial, se desenvolveu e tornou-se “ciência”. Através dela, o espiritismo teve ingresso nos centros científicos, invadiu as igrejas e alcançou favor nas Assembléias Legislativas e mesmo junto aos Governos do mundo inteiro, a exemplo do que havia ocorrido em Pérgamo, onde a Medicina egípcia e da Mesopotâmia foram resgatadas por Galeno com a denominação de Alopatia. Esse grande engano – alerta Ellen White, no seu livro O Grande Conflito, pág. 562 -, não é senão o reaparecimento, sob novo disfarce, da feitiçaria condenada e proibida na antiguidade. Apesar de ser reverenciada e considerada como “ciência”, a Medicina continua sob influência do espiritismo, do ateísmo e do evolucionismo.
Desde que Deus confiou a Moisés os princípios da reforma de saúde, que foram também transmitidos a Ellen White, no final do século 18, Satanás sempre odiou as terapias naturais da chamada Medicina Alternativa. O motivo desse ódio de Satanás contra a Medicina Natural é porque através dela o ser humano pode encontrar o caminho da prevenção e da restauração da saúde e da vida, o que é inteiramente impossível se conseguir pelo tratamento químico.
A Medicina Convencional pensa na cura, mas não cura nada. Os medicamentos têm papel importante no alívio de dores e sangramentos, no entanto, apenas mascara a doença, e não passa disso, infelizmente. Mesmo sabendo que é assim, e consciente de que a Medicina tem raízes do paganismo, da idolatria e da feitiçaria, não temos o direito de impedir o povo de procurar os médicos; da mesma forma o clero, não pode proibir o povo de procurar os terapeutas, somente porque estes não possuem diploma de médico.
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