A Moderna Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal - Terceira parte
A Medicina é um conhecimento materialista que está em desacordo com a Ciência divina. Esse conhecimento sempre está em evidência porque é protegido e apoiado pelos governantes do mundo inteiro, como também pelo Estado, pela política e pela religião. A Medicina não passa de uma força cega com fundamento ateísta e evolucionista, uma das muitas astúcias que o homem se meteu na busca do conhecimento do bem e do mal. A doença, o pecado e a morte não são concomitantes da Vida, muito menos da Verdade, mas sim, emana de um poder que faz oposição a Deus. Ilusões pagãs e médicas se confundem, mesmo porque a Medicina foi originada do paganismo egípcio e se desenvolveu na Caldéia e na cidade asiática de Pérgamo. Sendo assim, os maometanos acreditam que sua alma pode ser salva fazendo peregrinações a Meca. O médico comum crê no poder da droga que ele receita. O farmacêutico acredita que a droga que ele comercializa pode salvar a vida do doente. Entretanto, pelo uso de drogas os doentes nunca são realmente curados, a não ser por intermédio do poder divino. A crença do maometano é uma ilusão religiosa; e a do médico e do farmacêutico é um engano da ciência médica (Ciência e Saúde, pág. 166 e 169).
A prática médica que se implantava nas cidades de Esmirna e Pérgamo, se baseava em bruxaria, encantamentos, feitiçaria e idolatria pagã, que se tornou numa doutrina dentro da igreja cristã primitiva, no início de sua apostasia. A Bíblia, em Apocalipse 2, verso 15, denomina essa prática de “doutrina dos nicolaitas”. Um médico da época, muito temente a Deus, de prenome Antipas, que Deus o considerava como “minha testemunha”, ele se opôs contra o ensino do sistema satânico dos mistérios de Babilônia e, por essa razão, foi martirizado, sendo queimado vivo juntamente com outros 600 mil médicos holísticos, da escola de Hipócrates, além de 90 mil supostas bruxas. Diante do seu apoio à Medicina sinistra que tem raízes do paganismo egípcio e do sobrenatural babilônio, a igreja em Pérgamo tornou-se em “trono de Satanás” (Apocalipse 2: 13).

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