sábado, 24 de maio de 2008

FEITICEIROS e FEITIÇARIA MODERNA

Muitas pessoas entendem ser feitiçaria a prática de macumba ou bruxaria. A Lição da Escola Sabatina, edição de Janeiro-Março de 1993 revela-nos que, onde há algum trecho, na Bíblia, que menciona o nome: “feiticeiros”, está-se referindo aos médicos e bioquímicos, que não são poucos na Obra. Na página 121, da referida Lição, lemos na coluna PERGUNTAS PARA CONSIDERAÇÃO a seguinte frase: “Ao ler Apocalipse 22: 14 e 15 notem a palavra: “feiticeiros”. No vocábulo grego é “pharmakos” ou “envenenador”. A forma correlata, “pharmacon”, quer dizer “droga” ou “medicamento”. A feitiçaria (ou seja, a medicina) antiga envolvia o uso de drogas. Pense nos problemas modernos (na área da saúde) que estão relacionados com as drogas medicamentosas e os “feiticeiros modernos” (médicos e bioquímicos) que atualmente promovem o uso de drogas tóxicas”.

Ellen White considera a Medicina moderna como “feitiçaria de Satanás”, e tacha-os de “apóstolos do espiritismo”, os que se escondem sob a capa da profissão médica. Segundo ela, os médicos são usados por Satanás para tornar algumas pessoas inválidas, matar prematuramente ou saturar o organismo daqueles que buscam deles auxílio, ministrando suas drogas, até a morte. Confira tudo isso em Conselhos Sobre Regime Alimentar, pág. 19; Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 279-283; e Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 50-58.

Apalavra “Medicina” quer dizer “Ciência ou Arte de prevenir a doença e combater as enfermidades”. Entretanto, a profissão médica não passa de uma instituição corporativista tendo como única finalidade: a comercialização de drogas institucionalizadas, visando o fortalecimento dos “cartéis de medicamentos”. Desde os primórdios, como acabamos de ler, “a feitiçaria antiga envolvia o uso de drogas”. O tratamento médico sempre foi com base em “encantamentos”, simulando curas que nunca aconteceram na história da Medicina. As drogas receitadas pelos que Ellen White tacha-os de “bruxos” e “feiticeiros modernos” não tem o propósito de curar; apenas aliviar os sintomas, mascarando a doença. Essa “falsa cura” tem deixado os seres humanos, inclusive aqueles que se consideram “ungidos de Deus”, encantados ou enfeitiçados a ponto de idolatrar os “encantadores” e defender a ciência que alivia a dor com o emprego de drogas venenosas, ao tempo em que mutila, corta, fatia e derrama sangue. Sempre foi assim, porque a Medicina nasceu no Egito, à sombra do misticismo, da idolatria, da magia, da bruxaria e da superstição, e ainda hoje continua comprometida com o ateísmo, o evolucionismo, o espiritismo e o sobrenatural.

Como “filha legítima do espiritismo”, a Medicina foi prática de feitiçaria, astrologia e bruxaria até á Segunda Guerra Mundial, quando Adolf Hitler, com suas experiências malucas, pensando em formar uma “raça pura” ou “superior”, matou nos campos de concentração nazistas cerca de 6 milhões de judeus. Foi a partir daí que a Medicina Mística egípcia passou a ser estudada cientificamente como a Medicina da Nova Era. Para encobrir estas verdades e confundir a mente do povo, os “manipuladores da religião” ensinam nas escolas de teologia que as terapias naturais da chamada Medicina Alternativa, é que são “armadilhas de Satanás na área da saúde”. Eles agem assim porque são na sua maioria dependentes químicos, e para que o povo não venha descobrir a luz da reforma da saúde por intermédio dos reformadores da igreja, esses líderes religiosos pressionam as pessoas para rejeitar a Medicina divina e ir à busca da Medicina química originada do paganismo egípcio. Eles assim se comportam porque são intemperantes no comer e no beber, além de violadores das leis de saúde, o que os tornam em escravos do erro. Hitler, o responsável pelo progresso da Medicina como ciência, assim declarou: “Quanto maior a mentira, mais crédito o povo dá”.

Quanto ao fato de que a Medicina foi originada da feitiçaria egípcia e da bruxaria, na Revista Teológica do IAENE (Instituto Adventista de Ensino do Nordeste), edição de Julho/Dezembro de 1999, pág. 74 e 75, está uma confirmação do que acabamos de relatar: “Em resposta à doença, a pseudo-ciência médica foi desenvolvida no Egito, e também na Mesopotâmia. Alguns dos tratamentos destas nações pagãs incluíam a feitiçaria, a bruxaria, a astrologia, o exorcismo, a adivinhação por agouros e encantamentos. Isto faz parte do solo pagão em que foram regadas e nutridas as antigas raízes da saúde holística da Nova Era”.

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