A Moderna Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal - Quarta parte
Nem médico, nem terapeuta têm poder de curar. Deus, unicamente Deus é a única fonte de cura. O médico ou o terapeuta – segundo Dr. Manfred Krusch – são apenas Seus auxiliares (Revista Vida e Saúde, fevereiro de 1997). Portanto, o doente não deve depositar sua confiança no médico nem nas drogas. A cura só é possível, quando o enfermo desenvolve inteira confiança em Deus e obedece as Suas leis. Ele mesmo diz em Sua Palavra: “Eu Sou o Senhor que te sara”. Mas, antes de tudo, Ele impõe a condição de curar, dizendo: “se fizeres o que é reto aos Meus olhos, e obedecer aos Meus mandamentos, e as Minhas leis”. Uma vez estando em harmonia com o Decálogo e com as leis da Natureza, da saúde, da vida e da higiene, então o Senhor garante: “nenhuma enfermidade das que enviei sobre os egípcios virá sobre ti” (Êxodo 15:26).
“O que a Medicina chama de doença, não existe! A doença é implantada na mente humana pelos médicos. Enfim, a doença é uma crença criada pela Medicina egípcia, ou seja, uma ilusão latente da mente mortal do paganismo. A doença é um produto do erro, que brota da ignorância ou do medo” (Ciência e Saúde, pág. 168 e 180, 188).
A confiança cega na prática médica leva o homem a perder sua fé no poder curador de Deus, por acreditar somente na ciência humana. Deus é a única fonte da cura. Uma mudança na crença humana pode alterar todos os sintomas físicos determinando a cura da doença. O médico receita drogas ao doente por pura ignorância nos meios naturais de cura. E, por experimentarem alívio momentâneo, os seres racionais se sentem felizes em serem vítimas da ignorância. Os terapeutas holísticos, por indicarem o uso de uma dieta natural em lugar de drogas, são considerados como “loucos” ou "alienados". Sobre esse assunto, assim escreveu um poeta inglês: “Onde a ignorância é considerada felicidade, o sábio é tido como louco” (Ciência e Saúde, pág. 175).

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