Medicina Nazista
A Medicina, que até um pouco antes da Segunda Guerra Mundial era prática de feitiçaria e bruxaria, Adolfo Hitler a tornou em ciência.
A Medicina se desenvolveu com as experiências de Hitler. Joseph Menguelli, médico particular do nazista, castrou os adolescentes judeus para ver se nascia novo pênis a exemplo da lagartixa que nasce nova cauda ao ser mutilada; e arrancou a pele morena das pré-adolescentes judias para ver se nascia uma pele branca. Foi assim que a Medicina se desenvolveu como ciência, usando os judeus como "cobaias humanas". Até hoje os pacientes da Alopatia são "cobaias" dos Laboratórios que vêm matando e mutilando milhões com suas drogas venenosas.
“Médicos eram feiticeiros e bruxos”. A afirmação é da escritora Ellen White, em Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 48-58.
Adolf Hitler, fundador do nazismo, sonhava ser arquiteto e artista plástico. Certa feita ele afirmou: “Oh, como eu gostaria de trabalhar com arte!”. Ele próprio foi um pintor frustrado, autor de vários quadros. Seus esforços artísticos perduraram até 1920. Ele pintou centenas de aquarelas tipo cartões postais. Em outra oportunidade, declarou ele: “Quando terminar a Guerra (referindo-se à Segunda Guerra Mundial), vou me dedicar à pintura”.
Aos 18 anos de idade, Hitler chegou a se inscrever na Academia de Arte de Viena, sendo recusado. Inspirado no nazista Wagner, Hitler desejou criar uma raça mais pura e, para levar à frente o seu intento, extinguiu os doentes mentais, na Alemanha, e as pessoas com deformações físicas. Mas, seu alvo principal era os judeus a quem ele os considerava como “vermes”, “bactérias’ e “ratos transmissores de peste”.
Em 14 de julho de 1933, ele sancionou uma nova lei que rezava: “Esta lei vai ajudar a eliminar a doença. É vital o auxilio aos fortes e sadios”. Após a publicação dessa lei, ele instituiu os médicos como os líderes da política racial na procura do sangue puro entre os judeus que habitavam a Alemanha, tendo como chefe seu médico particular, Joseph Mengueli, que hoje pode ser considerado como o dragão da Medicina moderna, uma vez que, por intermédio de suas experiências macabras na área de cirurgias plásticas e anatômicas, a Medicina que antes era pura feitiçaria e curandeirismo, passou a ser estudada como ciência. Com isso, a Medicina experimentou grande progresso, após passar pelo processo que chamamos de “nazificação dos médicos alemães”.
NAZIFICAÇÃO DE MÉDICOS
Certa feita assim escreveu Hitler: “Nosso primeiro princípio de beleza é saúde! Os métodos da ciência médica vão, no futuro, assegurar isso. O médico, a partir de agora – continua Hitler – passa a ser perito
Com a “nazificação dos médicos”, foram criadas na Alemanha escolas especiais que ofereciam cursos de Medicina nazista, o que contribuiu para aumentar o contingente de médicos no referido partido. Com isso, cerca de 50 por cento dos médicos de toda a Alemanha pertenciam ao nazismo, os quais foram doutrinados para perseguir e defender a idéia de Hitler na extinção da raça deformada e criação de uma raça de sangue puro que pudesse um dia comandar a Terra.
Apoio da Religião - A intenção de Hitler era liquidar o que ele chamava de “doentes incuráveis”, os quais, para ele, eram os judeus, os imbecis (ou dementes mentais) e os inválidos físicos de um modo geral. Para fazer cumprir o seu intento, ele instituiu a eutanásia e as câmaras de gás, tendo como fortes aliados os médicos nazistas, que contavam com apoio das igrejas, em geral, com exceção da igreja luterana, a única que foi duramente perseguida pelo nazismo por discordar das idéias macabras do líder nazista.
O médico nazista Joseph Menguelli contou com apoio das igrejas para suas experiências malucas que mataram seis milhões de judeus.Contando com apoio integral das igrejas – católicas e protestantes -, com uma mão, os médicos nazistas “curavam”, e com a outra assassinavam pessoas tidas como inválidas, cuja medida era considerada como “a melhor forma de terapia para melhorar a raça e preservar o sangue ariano”. Nessa época, os hospitais pertencentes à igreja adventista do sétimo dia, seguiam um princípio de cura diferente, sem o uso de drogas, conforme os ensinos do médico grego, Hipócrates, e da orientadora espiritual da instituição adventista, Ellen White.
Temendo represálias ou retaliações, os hospitais adventistas tiveram que aceitar os ensinos e práticas seculares da Medicina moderna, que envolvem a prática das cirurgias e o uso de drogas medicamentosas que foram tão amplamente criticadas e condenadas pela profetisa da referida igreja. Ainda hoje a instituição religiosa publica “Votos Sobre Saúde” em apoio à Medicina nazista. Portanto, Hitler pode ser considerado hoje como o Pai da moderna ciência médica, pois, com apoio das igrejas, com exceção dos luteranos, ele promoveu os primeiros estudos científicos na área da saúde convencional.
PROPAGANDA ENGANOSA
Graças às experiências científicas desenvolvidas por Adolf Hitler, através do médico Joseph Mengueli, a Medicina alemã estava entre as melhores do mundo em tratamentos modernos. Com isso, a Alemanha passou a ser o berço da moderna ciência médica.
Em Heidelberg, Alemanha Ocidental, foi criada por um grupo de médicos da Medicina nazista, a Sociedade Médica Anti-Hipócrates, onde judeus e pessoas inválidas tinham sua pele arrancada e seus corpos dessecados quando ainda vivos. Tal prática deu origem às intervenções cirúrgicas que atualmente são praticadas em larga escala, em muitos casos desnecessários. Os médicos nazistas desafiavam o câncer mediante exibição de filmes e documentários, em cinemas públicos, com os seguintes temas: “Confie em seu médico! Descubra o câncer a tempo”. “Lute contra o câncer a tempo! Câncer tem cura!”. Até hoje essa luta continua; e a propaganda continua também sendo a mesma, na mídia. Como até agora a Medicina não conseguiu vencer a guerra travada contra o câncer, desde o tempo de Hitler, então essa doença degenerativa se tornou uma aliada da profissão médica.
Em 1941, Hitler usava os médicos para fazer enxames de raios-X, dizendo ser para detectar o bacilo da tuberculose, cujo objetivo era identificar os judeus na Alemanha e em regiões da Polônia, e condená-los como infectados com o bacilo de Kock. Ao serem identificados, alguns judeus tinham sua pele e órgãos arrancados, e outros eram mortos asfixiados nas câmaras de gás improvisadas em caminhões fechados, e logo após, os cadáveres eram despejados em valas comuns como lixo qualquer. Era plano de Hitler exterminar 11 milhões de judeus, mas o tempo permitiu ele executar 6 milhões.
Genocídio - Na sua companhia contra o povo judeu, Hitler anunciava pelas emissoras de rádio e nas telas dos cinemas as seguintes frases: “Inúmeras doenças que afligem o povo alemão têm uma só causa: o judeu”. Ele propagava isto para justificar o genocídio que praticava contra os judeus. E dizia mais: “Seremos saudáveis quando eliminarmos os judeus da Alemanha”. Esta última frase foi pronunciada por Hitler, em fevereiro de 1942.
Vários filmes de propaganda que incentivaram o extermínio do povo judeu foram exibidos nos cinemas de toda a Alemanha e Polônia. Durante anos de propaganda assassina, o nazismo comparou os judeus como “bactérias”, “insetos” e “vermes”, além de “ratos” e “mosquitos transmissores de doenças”. A raça judaica era apontada por Hitler como uma ameaça ao povo alemão.
PROGRESSO CIENTÍFICO
Por conta das experiências macabras e pesquisas na área médica promovida pelo nazismo, a Medicina experimentou um grande progresso científico. Até então a prática médica não passava de feitiçaria e misticismo egípcio, além de prática de idolatria e do sobrenatural babilônio e, graças a Hitler, a bruxaria e os “remédios de simpatia” foram substituídos pelas drogas, pelo bisturi, pelo estetoscópio e pelos exames de laboratório.
A cirurgia e a dessecagem de corpos humanos, além de amputações e extração da pele e de órgãos, eram as principais práticas da Medicina nazista, que atualmente passou a ser um modismo da Medicina alopática. Afinal, a prática cirúrgica é um legado da Medicina nazista, e contraria o célebre juramento de Hipócrates – Pai da Medicina – que assim reza:
- “No que diz respeito à cura dos enfermos, ordenarei uma dieta adequada. Não farei, em nenhuma mulher, uma prótese (ou ligadura) para impedir a concepção. Não praticarei a operação (cirurgia), mesmo em pacientes em que a enfermidade requeira”.
Filha legítima do espiritismo - Como a Medicina foi criada por um sacerdote pagão de nome Imhotep, ela sempre foi envolvida com o paganismo, com o sobrenatural, com o ateísmo e com o espiritismo e, por isso, assim dizer: “Onde há três médicos, dois são ateus, e um espírita” (A Assustadora Historia da Medicina, pág. 18). Hoje, a Medicina moderna está dividida entre ciência e idéias espiritualistas. E para defender esse conceito, são mantidas em todas as capitais do mundo as Associações Médico-Espíritas, a exemplo da Associação de Medicina e Espiritismo da Bahia, com sede à rua Baependi, em Salvador, onde médicos de diversas especialidades, incluindo professores de Faculdades de Medicina e doutores em ciência com doutorado, se reúnem todas as quartas-feiras, para invocar o que eles chamam de “espíritos desencarnados” com o propósito de consultá-los e deles obter conselhos e orientações sobre este ou aquele medicamento que deve ser receitado para doentes tidos como casos difíceis para a Medicina. Em caso de dúvidas, ligue para (71) 3324-
Foi realizado,
Antes, a posição da igreja era totalmente o oposto do que se prega hoje. Senão vejamos:
- “Existem muitos meios de praticar a arte de curar, mas só existe um método que o Céu aprova. Os remédios de Deus são o simples agentes da Natureza: Ar e água puros (hidroterapia), o asseio, o regime alimentar apropriado, a pureza de vida, e a firme confiança em Deus; são remédios, por cuja falta, muitos estão a perecer. Há ervas comuns (fitoterapia) que podem ser usadas para restauração dos doentes, e cujo efeito sobre o organismo é muito diferente do efeito das drogas que intoxicam o sangue e põem em perigo a vida. As drogas ministradas (pelos médicos) aos doentes não restauram a saúde, mas destroem. As drogas não curam nunca”. Isto é Medicina Alternativa, e tem como alicerce a reforma alimentar recomendada pela profetisa Ellen White, no seu livro Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 287-289.
- “É o plano divino que trabalhemos como os discípulos fizeram. A cura física está ligada à incumbência evangélica. Na obra do evangelho, o ensino (da reforma de saúde, envolvendo a reforma dietética ou alimentar) e a cura nunca se devem separar” – A Ciência do Bom Viver, pág. 144; Serviço Cristão, pág. 133.
Na Revista Teológica do SALT-IAENE, edição de Julho/Dezembro de 1999, pág. 74 e 75, está uma confirmação do que a Medicina é uma prática pagã: “Em resposta à doença, a pseudo-ciência médica foi desenvolvida no Egito, e também na Mesopotâmia. Alguns dos tratamentos destas nações pagãs incluíam a feitiçaria, a bruxaria, a astrologia, o exorcismo, a adivinhação por agouros e encantamentos. Isto faz parte do solo pagão em que foram regadas e nutridas as antigas raízes da saúde holística da Nova Era”.
Apesar de ser reverenciada e considerada como “ciência”, a Medicina continua sob influência do espiritismo, do ateísmo e do evolucionismo. Por essa razão assim escreveu o médico inglês, Richard Gordon: “Onde há três médicos, dois são ateus, e um espírita” (A Assustadora História da Medicina, pág. 18).
A Medicina, como arte de curar, se deve à comunicação dos espíritos das trevas desde o início.
Igreja está se envolvendo com o paganismo – Em
Ainda segundo “O Apocalipse Revelado”, pág. 33, quando Babilônia foi tomada pelos persas, os sacerdotes babilônios que desenvolviam a Medicina sinistra da caldéia, promoveram uma rebelião contra o novo Governo, e foram expulsos do império. Então, os sacerdotes caldeus fugiram para a Ásia Menor, e ali fizeram seu colégio central na cidade de Pérgamo, levando consigo a Medicina caldéia que não passava de ritos de feitiçaria e idolatria pagã. Com isso, Pérgamo tornou-se sede do sistema satânico dos mistérios de Babilônia. Assim, essa cidade da Ásia Menor tornou-se em “sede da religião de Satanás” e, por meio da Medicina desenvolvida pelo médico romano, Galeno, ela formava um elo entre a antiga Babilônia e Roma.
Tudo começou em Pérgamo - No colégio central da cidade de Pérgamo era praticada a Medicina sinistra dos caldeus, que envolviam também ritos religiosos. Ali, os médicos babilônios cultuavam os deuses pagãos e invocavam os “espíritos desencarnados” para promover curas (William B. Barker, Lares and Penates, pág. 232 e 233).
A cidade de Pérgamo, segundo o livro “O Apocalipse Revelado”, pág. 35, era composta de vários templos que eram dedicados aos deuses pagãos, sendo o mais importante deles o de Zeus. Este templo era dedicado a Esculápio, o “deus-serpente” ou “deus da cura”. Assim, uma grande serpente viva era sempre mantida no templo de Zeus, o “deus da Medicina” como objeto de culto. Nesse templo funcionava, também, uma escola de Medicina que foi fundada no ano 200 depois de Cristo, pelo bruxo Cláudio Galeno, médico particular do imperador romano, Marco Aurélio. O emblema dessa escola médica era a serpente. Isto chegou até nós, pois ainda hoje, a serpente que prefigura a pessoa de Satanás continua sendo o emblema da profissão médica.
A prática médica que se baseava em bruxaria, encantamentos, feitiçaria e idolatria pagã tornou-se numa doutrina dentro da igreja,
Uma repetição do que houve em Pérgamo - As igrejas da atualidade não são em nada diferentes da igreja de Pérgamo, que foi a sede da religião de Satanás. O maligno vem usando médicos e pastores para criticar as terapias naturais e enaltecer a Medicina que Ellen White considera como “falsamente chamada ciência”, cujo objetivo é defender a reserva de mercado e fortalecer os cartéis de medicamentos.
Graças ao nazismo do alemão Hitler, a Medicina, durante a Segunda Guerra Mundial, se desenvolveu e tornou-se “ciência”. Através dela, o espiritismo teve ingresso nos centros científicos, invadiu as igrejas e alcançou favor nas Assembléias Legislativas e mesmo junto aos Governos do mundo inteiro, a exemplo do que havia ocorrido em Pérgamo, onde a Medicina egípcia e da Mesopotâmia foram resgatadas por Galeno com a denominação de Alopatia. Esse grande engano – alerta Ellen White, no seu livro O Grande Conflito, pág. 562 -, não é senão o reaparecimento, sob novo disfarce, da feitiçaria condenada e proibida na antiguidade. Apesar de ser reverenciada e considerada como “ciência”, a Medicina continua sob influência do espiritismo, do ateísmo e do evolucionismo.
Desde que Deus confiou a Moisés os princípios da reforma de saúde, que foram também transmitidos a Ellen White, no final do século 18, Satanás sempre odiou as terapias naturais da chamada Medicina Alternativa. O motivo desse ódio de Satanás contra a Medicina Natural é porque através dela o ser humano pode encontrar o caminho da prevenção e da restauração da saúde e da vida, o que é inteiramente impossível se conseguir pelo tratamento químico. A Medicina Convencional pensa na cura, mas não cura nada. Os medicamentos têm papel importante no alívio de dores e sangramentos, no entanto, apenas mascara a doença, e não passa disso, infelizmente. Mesmo sabendo que é assim, e consciente de que a Medicina tem raízes do paganismo, da idolatria e da feitiçaria, não temos o direito de impedir o povo de procurar os médicos; da mesma forma o clero, não pode proibir o povo de procurar os terapeutas, somente porque estes não possuem diploma de médico.
“Santa Inquisição Adventista?” – “É claro e evidente que a Classe Médica Adventista (não todos, graças a Deus), está a fazer a "Santa Inquisição Adventista", discriminando e perseguindo sem nenhum escrúpulo, aos nossos irmãos e irmãs Terapeutas de Saúde, misturando a verdade com a mentira, utilizando-se da mesma tática diabólica que foi usada no segundo século, no período da igreja de Pérgamo, para confundir as mentes dos que não tem tanta profundidade e conhecimentos sobre o que são essas terapias naturais”.
“As indústrias que fabricam drogas agora resolverem afirmar que Deus está do lado delas. As drogas farmacológicas que outrora a igreja considerava como “uma maldição neste século esclarecido”, agora são abençoadas. Os tratamentos que hoje são largamente utilizados nos hospitais para a mutilação de seres humanos, e que tiverem o seu avanço graças ao “poderoso Hitler” e sua equipe médica, que inúmeras vezes usaram os nossos irmãos judeus como cobaias (por acharem que eles não eram humanos), assassinando milhares de seres humanos inocentes, entre jovens, velhos e crianças, agora são ovacionados como técnicas milagrosas e abençoadas por Deus. Pelo visto o tempo apagou da memória dessas pessoas que se dizem médicos adventistas, o sofrimento dos judeus nos campos de concentração nazista. Para eles, Deus agora resolveu ficar contra a sua própria Natureza, autorizando-os a proibir os tratamentos sem uso de medicamentos. Será mesmo que isso é divino ou diabólico?”
“Quero dizer que essa posição adotada por alguns líderes, infelizmente de nossa Igreja, está indo a total confronto com tudo o que o Espírito de Profecia nos alerta, contra tudo o que Ellen G. White escreveu em dezenas de livros proféticos. Não vou muito longe a afirmar: se ela hoje estivesse no nosso meio, seria expulsa de nossas congregações como já o fazem muitos pastores em relação aos naturalistas que praticam "essas terapias naturais".
“Além de ser uma calúnia contra os milhares de Terapeutas Naturalistas Cristãos, que não tem como se defenderem de tais acusações, (pois o seu direito de defesa foi ressarcido por esta liderança que aí está manipulando verdades momentosas). Esses homens e mulheres que realizam a obra que Cristo iniciou, melhorando a qualidade de vida, salvando inúmeras vidas de pessoas, e muitas delas desenganadas por essa Medicina tecnológica ou tecnicista, vêm sendo discriminados e enxotados da nossa igreja por não apoiarem o uso de drogas venenosas, e por indicarem as terapias naturais em substituição ao tratamento da Medicina que vê o ser humano em partes separadas”.
“Fica claro que o interesse em progredir em suas carreiras é o fator principal dessa discussão que é trazida de dentro das universidades médicas e repassada pelo Conselho de Medicina, que proíbe a classe médica nesses termos: “não fale e não recomende aos seus pacientes qualquer tratamento natural”. Por que não dizer logo a verdade? Melhor do que ficar usando o bom e respeitável nome da Igreja Adventista, dizendo que é uma ameaça à salvação ou a perda do reino de Deus o uso de tratamentos naturais, quando sabemos o que se esconde por trás dessas recomendações é o interesse de uma classe de profissionais assustados com o crescimento dos tratamentos naturais”.
“Digo isso, baseado na minha vida e de milhões de pessoas que tiveram a sua vida e os seus órgãos poupados, por um tratamento natural, indicado por um terapeuta naturalista Adventista, que de forma simples mostrou-me os erros alimentares que eu estava cometendo e, com uma mudança do estilo de vida, usando alimentos naturais e ervas do campo, pude restaurar-me completamente. Ao invés de ter os meus órgãos removidos, opinião esta de três renomados médicos especialistas. Graças a Deus, que estavam todos os três enganados a respeito de minha enfermidade, porque existe um Deus no Céu que tudo sabe, e tudo revela aos Seus filhos que O procuram em espírito e
MEDICINA DIVINA
Anatomicamente falando, a Medicina convencional, apesar de ter sido originada do paganismo egípcio e da idolatria babilônia, ela é necessária, principalmente para aliviar momentaneamente a dor em casos de acidentes, hemorragias e doenças imprevista. Afinal, a Medicina foi criada para corrigir os problemas de saúde causados pelo pecado da gula, que são os erros alimentares. É como diz a Bíblia, em um dos apócrifos: “Muitos morrem por causa da intemperança; quem tem moderação prolonga a vida. Aquele que peca diante do Criador (no comer e no beber) cai nas mãos do médico” (Siracides 37: 31; 38: 15)
No que diz respeito à restauração da saúde e da vida, a Medicina Natural tem papel importante e, por não tratar o corpo como “dicotomia” (algo separado ou dividido), tem conseguido fazer verdadeiras proezas. Isto só é possível observando os princípios de alimentação recomendados pelo médico grego, Hipócrates, e pela escritora norte-americana, Ellen White. Esses princípios de alimentação foram também praticados pelo profeta Daniel, que viveu na mesma época de Hipócrates - Pai da Medicina. A cura pelo uso da alimentação natural é reconhecida como “Medicina divina”, visto que, segundo Gênesis 1: 29, Deus implantou no Éden o pilar da Medicina Natural, que está resumido no uso de frutas, legumes, hortaliças, cereais integrais etc., como o único meio de cura aprovado pelo Criador do homem. As drogas apenas simulam uma aparente cura aliviando os sintomas das doenças, mascarando as enfermidades. Está do jeito que o diabo gosta!
A Medicina divina indicada pela escritora Ellen White, não envolve drogas nem cirurgias, mas regime alimentar apropriado, além de ar puro, luz solar, hidroterapia, higiene pessoal, pureza de vida e firme confiança no poder curativo de Deus. São remédios por cuja negligencia milhares estão a perecer. A arte de curar sem o uso de drogas e cirurgias, apenas empregando os agentes da Natureza, Ellen White diz ser este o único método que Deus aprova. Tais princípios, atualmente defendidos e ensinados pela Medicina Holística, são amplamente divulgados por terapeutas iridologistas e médicos naturopata, em todo o mundo, principalmente nos paises desenvolvidos, como Alemanha, Estados Unidos e França. São esses princípios de alimentação que estão por traz da iridologia.
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*Wilson Dias, é escritor, jornalista e estudioso em antropologia religiosa
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