quinta-feira, 29 de maio de 2008

Medicina Nazista






A Medicina, que até um pouco antes da Segunda Guerra Mundial era prática de feitiçaria e bruxaria, Adolfo Hitler a tornou em ciência.

A Medicina se desenvolveu com as experiências de Hitler. Joseph Menguelli, médico particular do nazista, castrou os adolescentes judeus para ver se nascia novo pênis a exemplo da lagartixa que nasce nova cauda ao ser mutilada; e arrancou a pele morena das pré-adolescentes judias para ver se nascia uma pele branca. Foi assim que a Medicina se desenvolveu como ciência, usando os judeus como "cobaias humanas". Até hoje os pacientes da Alopatia são "cobaias" dos Laboratórios que vêm matando e mutilando milhões com suas drogas venenosas.

Médicos eram feiticeiros e bruxos”. A afirmação é da escritora Ellen White, em Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 48-58.

Adolf Hitler, fundador do nazismo, sonhava ser arquiteto e artista plástico. Certa feita ele afirmou: “Oh, como eu gostaria de trabalhar com arte!”. Ele próprio foi um pintor frustrado, autor de vários quadros. Seus esforços artísticos perduraram até 1920. Ele pintou centenas de aquarelas tipo cartões postais. Em outra oportunidade, declarou ele: “Quando terminar a Guerra (referindo-se à Segunda Guerra Mundial), vou me dedicar à pintura”.

Aos 18 anos de idade, Hitler chegou a se inscrever na Academia de Arte de Viena, sendo recusado. Inspirado no nazista Wagner, Hitler desejou criar uma raça mais pura e, para levar à frente o seu intento, extinguiu os doentes mentais, na Alemanha, e as pessoas com deformações físicas. Mas, seu alvo principal era os judeus a quem ele os considerava como “vermes”, “bactérias’ e “ratos transmissores de peste”.

Em 14 de julho de 1933, ele sancionou uma nova lei que rezava: “Esta lei vai ajudar a eliminar a doença. É vital o auxilio aos fortes e sadios”. Após a publicação dessa lei, ele instituiu os médicos como os líderes da política racial na procura do sangue puro entre os judeus que habitavam a Alemanha, tendo como chefe seu médico particular, Joseph Mengueli, que hoje pode ser considerado como o dragão da Medicina moderna, uma vez que, por intermédio de suas experiências macabras na área de cirurgias plásticas e anatômicas, a Medicina que antes era pura feitiçaria e curandeirismo, passou a ser estudada como ciência. Com isso, a Medicina experimentou grande progresso, após passar pelo processo que chamamos de “nazificação dos médicos alemães”.

NAZIFICAÇÃO DE MÉDICOS

Certa feita assim escreveu Hitler: “Nosso primeiro princípio de beleza é saúde! Os métodos da ciência médica vão, no futuro, assegurar isso. O médico, a partir de agora – continua Hitler – passa a ser perito em estética. Portanto, problemas de estética passam a ser a partir de agora problemas médicos. Sendo assim, o médico não está mais a serviço do indivíduo. Agora, ele deverá curar o corpo da raça, pois passou a ser um guerreiro na luta contra as doenças que ameaçam o corpo do povo alemão”. Com essa determinação de Adolf Hitler, o nazismo passou a ser uma sociedade de médicos de uniforme, os quais passaram a ser oficiais do exército nazista.

Com a “nazificação dos médicos”, foram criadas na Alemanha escolas especiais que ofereciam cursos de Medicina nazista, o que contribuiu para aumentar o contingente de médicos no referido partido. Com isso, cerca de 50 por cento dos médicos de toda a Alemanha pertenciam ao nazismo, os quais foram doutrinados para perseguir e defender a idéia de Hitler na extinção da raça deformada e criação de uma raça de sangue puro que pudesse um dia comandar a Terra.

Apoio da Religião - A intenção de Hitler era liquidar o que ele chamava de “doentes incuráveis”, os quais, para ele, eram os judeus, os imbecis (ou dementes mentais) e os inválidos físicos de um modo geral. Para fazer cumprir o seu intento, ele instituiu a eutanásia e as câmaras de gás, tendo como fortes aliados os médicos nazistas, que contavam com apoio das igrejas, em geral, com exceção da igreja luterana, a única que foi duramente perseguida pelo nazismo por discordar das idéias macabras do líder nazista.

O médico nazista Joseph Menguelli contou com apoio das igrejas para suas experiências malucas que mataram seis milhões de judeus.

Contando com apoio integral das igrejas – católicas e protestantes -, com uma mão, os médicos nazistas “curavam”, e com a outra assassinavam pessoas tidas como inválidas, cuja medida era considerada como “a melhor forma de terapia para melhorar a raça e preservar o sangue ariano”. Nessa época, os hospitais pertencentes à igreja adventista do sétimo dia, seguiam um princípio de cura diferente, sem o uso de drogas, conforme os ensinos do médico grego, Hipócrates, e da orientadora espiritual da instituição adventista, Ellen White.

Temendo represálias ou retaliações, os hospitais adventistas tiveram que aceitar os ensinos e práticas seculares da Medicina moderna, que envolvem a prática das cirurgias e o uso de drogas medicamentosas que foram tão amplamente criticadas e condenadas pela profetisa da referida igreja. Ainda hoje a instituição religiosa publica “Votos Sobre Saúde” em apoio à Medicina nazista. Portanto, Hitler pode ser considerado hoje como o Pai da moderna ciência médica, pois, com apoio das igrejas, com exceção dos luteranos, ele promoveu os primeiros estudos científicos na área da saúde convencional.

PROPAGANDA ENGANOSA

Graças às experiências científicas desenvolvidas por Adolf Hitler, através do médico Joseph Mengueli, a Medicina alemã estava entre as melhores do mundo em tratamentos modernos. Com isso, a Alemanha passou a ser o berço da moderna ciência médica.

Em Heidelberg, Alemanha Ocidental, foi criada por um grupo de médicos da Medicina nazista, a Sociedade Médica Anti-Hipócrates, onde judeus e pessoas inválidas tinham sua pele arrancada e seus corpos dessecados quando ainda vivos. Tal prática deu origem às intervenções cirúrgicas que atualmente são praticadas em larga escala, em muitos casos desnecessários. Os médicos nazistas desafiavam o câncer mediante exibição de filmes e documentários, em cinemas públicos, com os seguintes temas: “Confie em seu médico! Descubra o câncer a tempo”. “Lute contra o câncer a tempo! Câncer tem cura!”. Até hoje essa luta continua; e a propaganda continua também sendo a mesma, na mídia. Como até agora a Medicina não conseguiu vencer a guerra travada contra o câncer, desde o tempo de Hitler, então essa doença degenerativa se tornou uma aliada da profissão médica.

Em 1941, Hitler usava os médicos para fazer enxames de raios-X, dizendo ser para detectar o bacilo da tuberculose, cujo objetivo era identificar os judeus na Alemanha e em regiões da Polônia, e condená-los como infectados com o bacilo de Kock. Ao serem identificados, alguns judeus tinham sua pele e órgãos arrancados, e outros eram mortos asfixiados nas câmaras de gás improvisadas em caminhões fechados, e logo após, os cadáveres eram despejados em valas comuns como lixo qualquer. Era plano de Hitler exterminar 11 milhões de judeus, mas o tempo permitiu ele executar 6 milhões.

Genocídio - Na sua companhia contra o povo judeu, Hitler anunciava pelas emissoras de rádio e nas telas dos cinemas as seguintes frases: “Inúmeras doenças que afligem o povo alemão têm uma só causa: o judeu”. Ele propagava isto para justificar o genocídio que praticava contra os judeus. E dizia mais: “Seremos saudáveis quando eliminarmos os judeus da Alemanha”. Esta última frase foi pronunciada por Hitler, em fevereiro de 1942.

Vários filmes de propaganda que incentivaram o extermínio do povo judeu foram exibidos nos cinemas de toda a Alemanha e Polônia. Durante anos de propaganda assassina, o nazismo comparou os judeus como “bactérias”, “insetos” e “vermes”, além de “ratos” e “mosquitos transmissores de doenças”. A raça judaica era apontada por Hitler como uma ameaça ao povo alemão.

PROGRESSO CIENTÍFICO

Por conta das experiências macabras e pesquisas na área médica promovida pelo nazismo, a Medicina experimentou um grande progresso científico. Até então a prática médica não passava de feitiçaria e misticismo egípcio, além de prática de idolatria e do sobrenatural babilônio e, graças a Hitler, a bruxaria e os “remédios de simpatia” foram substituídos pelas drogas, pelo bisturi, pelo estetoscópio e pelos exames de laboratório.

A cirurgia e a dessecagem de corpos humanos, além de amputações e extração da pele e de órgãos, eram as principais práticas da Medicina nazista, que atualmente passou a ser um modismo da Medicina alopática. Afinal, a prática cirúrgica é um legado da Medicina nazista, e contraria o célebre juramento de Hipócrates – Pai da Medicina – que assim reza:

- “No que diz respeito à cura dos enfermos, ordenarei uma dieta adequada. Não farei, em nenhuma mulher, uma prótese (ou ligadura) para impedir a concepção. Não praticarei a operação (cirurgia), mesmo em pacientes em que a enfermidade requeira”.

Filha legítima do espiritismo - Como a Medicina foi criada por um sacerdote pagão de nome Imhotep, ela sempre foi envolvida com o paganismo, com o sobrenatural, com o ateísmo e com o espiritismo e, por isso, assim dizer: “Onde há três médicos, dois são ateus, e um espírita” (A Assustadora Historia da Medicina, pág. 18). Hoje, a Medicina moderna está dividida entre ciência e idéias espiritualistas. E para defender esse conceito, são mantidas em todas as capitais do mundo as Associações Médico-Espíritas, a exemplo da Associação de Medicina e Espiritismo da Bahia, com sede à rua Baependi, em Salvador, onde médicos de diversas especialidades, incluindo professores de Faculdades de Medicina e doutores em ciência com doutorado, se reúnem todas as quartas-feiras, para invocar o que eles chamam de “espíritos desencarnados” com o propósito de consultá-los e deles obter conselhos e orientações sobre este ou aquele medicamento que deve ser receitado para doentes tidos como casos difíceis para a Medicina. Em caso de dúvidas, ligue para (71) 3324-1346. A sede nacional das entidades médico-espíritas funciona em São Paulo, com a denominação de Associação Médico–Espírita do Brasil, a qual associa médicos pelo fone: (11) 5585-1977.

Foi realizado, em São Paulo, nos dias 18 e 19 de junho de 2003, o XI Encontro Internacional de Médicos Espíritas, onde a proposta do evento era “promover uma maior aproximação da ciência médica com a doutrina espírita e, sobretudo, com as igrejas denominacionais”. Isto já teria sido previsto por Ellen White, no seu livro O Grande Conflito, página 562, ela diz que através da prática médica, o espiritismo se apossaria de todas as igrejas, o que explica a razão de os lideres religiosos que foram treinados nas escolas de teologia para defender a prática médica e o corporativismo, hoje promoverem perseguições contra os reformadores da saúde não-médicos da própria igreja.

Antes, a posição da igreja era totalmente o oposto do que se prega hoje. Senão vejamos:

- “Existem muitos meios de praticar a arte de curar, mas só existe um método que o Céu aprova. Os remédios de Deus são o simples agentes da Natureza: Ar e água puros (hidroterapia), o asseio, o regime alimentar apropriado, a pureza de vida, e a firme confiança em Deus; são remédios, por cuja falta, muitos estão a perecer. Há ervas comuns (fitoterapia) que podem ser usadas para restauração dos doentes, e cujo efeito sobre o organismo é muito diferente do efeito das drogas que intoxicam o sangue e põem em perigo a vida. As drogas ministradas (pelos médicos) aos doentes não restauram a saúde, mas destroem. As drogas não curam nunca”. Isto é Medicina Alternativa, e tem como alicerce a reforma alimentar recomendada pela profetisa Ellen White, no seu livro Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 287-289.

- “É o plano divino que trabalhemos como os discípulos fizeram. A cura física está ligada à incumbência evangélica. Na obra do evangelho, o ensino (da reforma de saúde, envolvendo a reforma dietética ou alimentar) e a cura nunca se devem separar” – A Ciência do Bom Viver, pág. 144; Serviço Cristão, pág. 133.

Na Revista Teológica do SALT-IAENE, edição de Julho/Dezembro de 1999, pág. 74 e 75, está uma confirmação do que a Medicina é uma prática pagã: “Em resposta à doença, a pseudo-ciência médica foi desenvolvida no Egito, e também na Mesopotâmia. Alguns dos tratamentos destas nações pagãs incluíam a feitiçaria, a bruxaria, a astrologia, o exorcismo, a adivinhação por agouros e encantamentos. Isto faz parte do solo pagão em que foram regadas e nutridas as antigas raízes da saúde holística da Nova Era”.

Apesar de ser reverenciada e considerada como “ciência”, a Medicina continua sob influência do espiritismo, do ateísmo e do evolucionismo. Por essa razão assim escreveu o médico inglês, Richard Gordon: “Onde há três médicos, dois são ateus, e um espírita” (A Assustadora História da Medicina, pág. 18).

A Medicina, como arte de curar, se deve à comunicação dos espíritos das trevas desde o início.

Igreja está se envolvendo com o paganismo – Em 1977, a Casa Publicadora Brasileira, publicou o livro “O Apocalipse Revelado”, de autoria do pastor norte-americano, Roy Allan Anderson, onde o autor revela que a Medicina Alopática, de Galeno, foi desenvolvida em Pérgamo, uma cidade real que foi elevada a capital da Província da Ásia, em 133 antes de Cristo, quando Átalo III entregou seu reino para Roma.

Ainda segundo “O Apocalipse Revelado”, pág. 33, quando Babilônia foi tomada pelos persas, os sacerdotes babilônios que desenvolviam a Medicina sinistra da caldéia, promoveram uma rebelião contra o novo Governo, e foram expulsos do império. Então, os sacerdotes caldeus fugiram para a Ásia Menor, e ali fizeram seu colégio central na cidade de Pérgamo, levando consigo a Medicina caldéia que não passava de ritos de feitiçaria e idolatria pagã. Com isso, Pérgamo tornou-se sede do sistema satânico dos mistérios de Babilônia. Assim, essa cidade da Ásia Menor tornou-se em “sede da religião de Satanás” e, por meio da Medicina desenvolvida pelo médico romano, Galeno, ela formava um elo entre a antiga Babilônia e Roma.

Tudo começou em Pérgamo - No colégio central da cidade de Pérgamo era praticada a Medicina sinistra dos caldeus, que envolviam também ritos religiosos. Ali, os médicos babilônios cultuavam os deuses pagãos e invocavam os “espíritos desencarnados” para promover curas (William B. Barker, Lares and Penates, pág. 232 e 233).

A cidade de Pérgamo, segundo o livro “O Apocalipse Revelado”, pág. 35, era composta de vários templos que eram dedicados aos deuses pagãos, sendo o mais importante deles o de Zeus. Este templo era dedicado a Esculápio, o “deus-serpente” ou “deus da cura”. Assim, uma grande serpente viva era sempre mantida no templo de Zeus, o “deus da Medicina” como objeto de culto. Nesse templo funcionava, também, uma escola de Medicina que foi fundada no ano 200 depois de Cristo, pelo bruxo Cláudio Galeno, médico particular do imperador romano, Marco Aurélio. O emblema dessa escola médica era a serpente. Isto chegou até nós, pois ainda hoje, a serpente que prefigura a pessoa de Satanás continua sendo o emblema da profissão médica.

A prática médica que se baseava em bruxaria, encantamentos, feitiçaria e idolatria pagã tornou-se numa doutrina dentro da igreja, em Pérgamo. A Bíblia, em Apocalipse 2, verso 15, denomina essa prática de “doutrina dos nicolaitas”. Um médico da época, muito temente a Deus, de prenome Antipas, que Deus o considerava como “minha testemunha”, ele se opôs contra o ensino do sistema satânico dos mistérios de Babilônia e, por essa razão, foi martirizado, sendo queimado vivo juntamente com outros 600 mil médicos holísticos, da escola de Hipócrates, além de 90 mil supostas bruxas. Diante do seu apoio à Medicina sinistra que tem raízes do paganismo egípcio e do sobrenatural babilônio, a igreja em Pérgamo tornou-se em “trono de Satanás” (Apocalipse 2: 13).

Uma repetição do que houve em Pérgamo - As igrejas da atualidade não são em nada diferentes da igreja de Pérgamo, que foi a sede da religião de Satanás. O maligno vem usando médicos e pastores para criticar as terapias naturais e enaltecer a Medicina que Ellen White considera como “falsamente chamada ciência”, cujo objetivo é defender a reserva de mercado e fortalecer os cartéis de medicamentos.

Graças ao nazismo do alemão Hitler, a Medicina, durante a Segunda Guerra Mundial, se desenvolveu e tornou-se “ciência”. Através dela, o espiritismo teve ingresso nos centros científicos, invadiu as igrejas e alcançou favor nas Assembléias Legislativas e mesmo junto aos Governos do mundo inteiro, a exemplo do que havia ocorrido em Pérgamo, onde a Medicina egípcia e da Mesopotâmia foram resgatadas por Galeno com a denominação de Alopatia. Esse grande engano – alerta Ellen White, no seu livro O Grande Conflito, pág. 562 -, não é senão o reaparecimento, sob novo disfarce, da feitiçaria condenada e proibida na antiguidade. Apesar de ser reverenciada e considerada como “ciência”, a Medicina continua sob influência do espiritismo, do ateísmo e do evolucionismo.

Desde que Deus confiou a Moisés os princípios da reforma de saúde, que foram também transmitidos a Ellen White, no final do século 18, Satanás sempre odiou as terapias naturais da chamada Medicina Alternativa. O motivo desse ódio de Satanás contra a Medicina Natural é porque através dela o ser humano pode encontrar o caminho da prevenção e da restauração da saúde e da vida, o que é inteiramente impossível se conseguir pelo tratamento químico. A Medicina Convencional pensa na cura, mas não cura nada. Os medicamentos têm papel importante no alívio de dores e sangramentos, no entanto, apenas mascara a doença, e não passa disso, infelizmente. Mesmo sabendo que é assim, e consciente de que a Medicina tem raízes do paganismo, da idolatria e da feitiçaria, não temos o direito de impedir o povo de procurar os médicos; da mesma forma o clero, não pode proibir o povo de procurar os terapeutas, somente porque estes não possuem diploma de médico.

“Santa Inquisição Adventista?” – “É claro e evidente que a Classe Médica Adventista (não todos, graças a Deus), está a fazer a "Santa Inquisição Adventista", discriminando e perseguindo sem nenhum escrúpulo, aos nossos irmãos e irmãs Terapeutas de Saúde, misturando a verdade com a mentira, utilizando-se da mesma tática diabólica que foi usada no segundo século, no período da igreja de Pérgamo, para confundir as mentes dos que não tem tanta profundidade e conhecimentos sobre o que são essas terapias naturais”.

“As indústrias que fabricam drogas agora resolverem afirmar que Deus está do lado delas. As drogas farmacológicas que outrora a igreja considerava como “uma maldição neste século esclarecido”, agora são abençoadas. Os tratamentos que hoje são largamente utilizados nos hospitais para a mutilação de seres humanos, e que tiverem o seu avanço graças ao “poderoso Hitler” e sua equipe médica, que inúmeras vezes usaram os nossos irmãos judeus como cobaias (por acharem que eles não eram humanos), assassinando milhares de seres humanos inocentes, entre jovens, velhos e crianças, agora são ovacionados como técnicas milagrosas e abençoadas por Deus. Pelo visto o tempo apagou da memória dessas pessoas que se dizem médicos adventistas, o sofrimento dos judeus nos campos de concentração nazista. Para eles, Deus agora resolveu ficar contra a sua própria Natureza, autorizando-os a proibir os tratamentos sem uso de medicamentos. Será mesmo que isso é divino ou diabólico?”

“Quero dizer que essa posição adotada por alguns líderes, infelizmente de nossa Igreja, está indo a total confronto com tudo o que o Espírito de Profecia nos alerta, contra tudo o que Ellen G. White escreveu em dezenas de livros proféticos. Não vou muito longe a afirmar: se ela hoje estivesse no nosso meio, seria expulsa de nossas congregações como já o fazem muitos pastores em relação aos naturalistas que praticam "essas terapias naturais".

“Além de ser uma calúnia contra os milhares de Terapeutas Naturalistas Cristãos, que não tem como se defenderem de tais acusações, (pois o seu direito de defesa foi ressarcido por esta liderança que aí está manipulando verdades momentosas). Esses homens e mulheres que realizam a obra que Cristo iniciou, melhorando a qualidade de vida, salvando inúmeras vidas de pessoas, e muitas delas desenganadas por essa Medicina tecnológica ou tecnicista, vêm sendo discriminados e enxotados da nossa igreja por não apoiarem o uso de drogas venenosas, e por indicarem as terapias naturais em substituição ao tratamento da Medicina que vê o ser humano em partes separadas”.

“Fica claro que o interesse em progredir em suas carreiras é o fator principal dessa discussão que é trazida de dentro das universidades médicas e repassada pelo Conselho de Medicina, que proíbe a classe médica nesses termos: “não fale e não recomende aos seus pacientes qualquer tratamento natural”. Por que não dizer logo a verdade? Melhor do que ficar usando o bom e respeitável nome da Igreja Adventista, dizendo que é uma ameaça à salvação ou a perda do reino de Deus o uso de tratamentos naturais, quando sabemos o que se esconde por trás dessas recomendações é o interesse de uma classe de profissionais assustados com o crescimento dos tratamentos naturais”.

“Digo isso, baseado na minha vida e de milhões de pessoas que tiveram a sua vida e os seus órgãos poupados, por um tratamento natural, indicado por um terapeuta naturalista Adventista, que de forma simples mostrou-me os erros alimentares que eu estava cometendo e, com uma mudança do estilo de vida, usando alimentos naturais e ervas do campo, pude restaurar-me completamente. Ao invés de ter os meus órgãos removidos, opinião esta de três renomados médicos especialistas. Graças a Deus, que estavam todos os três enganados a respeito de minha enfermidade, porque existe um Deus no Céu que tudo sabe, e tudo revela aos Seus filhos que O procuram em espírito e em verdade. Como posso negar isso? Será que era a vontade de Deus que eu fosse mutilado em uma mesa cirúrgica? Ou quem sabe, até morresse naquele lugar?” -Cleuber Lima Borges. E-mail: cleuberlb@bol.com.br Servo de Deus e Discípulo de Jesus.

MEDICINA DIVINA

Anatomicamente falando, a Medicina convencional, apesar de ter sido originada do paganismo egípcio e da idolatria babilônia, ela é necessária, principalmente para aliviar momentaneamente a dor em casos de acidentes, hemorragias e doenças imprevista. Afinal, a Medicina foi criada para corrigir os problemas de saúde causados pelo pecado da gula, que são os erros alimentares. É como diz a Bíblia, em um dos apócrifos: “Muitos morrem por causa da intemperança; quem tem moderação prolonga a vida. Aquele que peca diante do Criador (no comer e no beber) cai nas mãos do médico” (Siracides 37: 31; 38: 15)

No que diz respeito à restauração da saúde e da vida, a Medicina Natural tem papel importante e, por não tratar o corpo como “dicotomia” (algo separado ou dividido), tem conseguido fazer verdadeiras proezas. Isto só é possível observando os princípios de alimentação recomendados pelo médico grego, Hipócrates, e pela escritora norte-americana, Ellen White. Esses princípios de alimentação foram também praticados pelo profeta Daniel, que viveu na mesma época de Hipócrates - Pai da Medicina. A cura pelo uso da alimentação natural é reconhecida como “Medicina divina”, visto que, segundo Gênesis 1: 29, Deus implantou no Éden o pilar da Medicina Natural, que está resumido no uso de frutas, legumes, hortaliças, cereais integrais etc., como o único meio de cura aprovado pelo Criador do homem. As drogas apenas simulam uma aparente cura aliviando os sintomas das doenças, mascarando as enfermidades. Está do jeito que o diabo gosta!

A Medicina divina indicada pela escritora Ellen White, não envolve drogas nem cirurgias, mas regime alimentar apropriado, além de ar puro, luz solar, hidroterapia, higiene pessoal, pureza de vida e firme confiança no poder curativo de Deus. São remédios por cuja negligencia milhares estão a perecer. A arte de curar sem o uso de drogas e cirurgias, apenas empregando os agentes da Natureza, Ellen White diz ser este o único método que Deus aprova. Tais princípios, atualmente defendidos e ensinados pela Medicina Holística, são amplamente divulgados por terapeutas iridologistas e médicos naturopata, em todo o mundo, principalmente nos paises desenvolvidos, como Alemanha, Estados Unidos e França. São esses princípios de alimentação que estão por traz da iridologia.
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*Wilson Dias, é escritor, jornalista e estudioso em antropologia religiosa

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E-mail: wilsondias.saudetotal@yahoo.com.br

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domingo, 25 de maio de 2008

Dicas para evitar que seu médico o mate envenenado

Em entrevista publicada na Revista Época, edição de 13 de julho de 2007, o Dr. Peter Rost , então vice-presidente executivo da indústria farmacêutica Pfizer, uma das maiores produtoras de medicamentos dos EUA, alerta que o povo confia demais nos médicos e não sabem que por intermédio deles estão sendo envenenados pelos Laboratórios. Segundo o empresário sueco, "os Laboratórios não têm interesse em desenvolver medicamentos que possam acabar com doenças, e sim, pelo contrário, gerar outras enfermidades mediante os efeitos colaterais promovidos pelas suas drogas. Em suma, os Laboratórios não estão pensando no benefício do paciente; visam somente gerar receitas e faturar alto lucrando com a doença do povo”.

Diz mais que os laboratórios se escondem sob a capa da ciência para produzir “medicamentos assassinos” e “armas biológicas” de destruição em massa. Ele lançou recentemente um livro intitulado “Killer Drug” (Remédios Assassinos) onde faz uma série de denúncias contra a máfia dos laboratórios e contra os chamados “cartéis de medicamentos” atualmente apoiado, defendido e protegido pelos governantes do mundo inteiro, como também pelo Estado, pela política e pelas instituições religiosas de um modo geral.

Corporativismo médico-religioso

O Brasil está sendo visto atualmente pela indústria farmacêutica internacional como um mercado pequeno. Dados revelam que atualmente, com o crescimento da Medicina Holística que, em lugar de drogas, os terapeutas da saúde indicam ou aplicam terapias naturais, os Laboratórios e os próprios médicos estão se sentindo ameaçados, uma vez que 90% do povo brasileiro já fazem opção pelos tratamentos naturais, e apenas 10% continuam consumindo drogas farmacológicas.

Isto vem preocupando a classe médica que vem buscando através dos Conselhos Regionais e de órgãos médicos internacionais, apoio e ajuda das instituições que manipulam a religião. Com isso, as corporações religiosas, através de suas Associações e Uniões, publicam Votos Sobre Saúde, numa confirmação de que se uniram aos Laboratórios em defesa da prática médica, em oposição às terapias naturais. Os pastores são doutrinados para defender a ciência médica, e saem das faculdades de teologia falando a mesma linguagem do médico comum. São treinados para defender o corporativismo e a reserva de mercado do médico diplomado, ao tempo em que se declaram contra as terapias naturais e a homeopatia, além da acupuntura e a iridologia, dizendo serem métodos de tratamento que não merecem crédito por não terem “embasamento científico”.

Advertência

“Não podemos confiar nos Laboratórios, porque a principal preocupação da ciência médica é ganhar dinheiro. As pessoas têm que se conscientizar disso” – observa Dr. Rost. E recomenda ainda: “cobrem uma posição clara de seus médicos dizendo que não pretendem continuar tomando drogas; o povo precisa de um regime dietético apropriado, e não de drogas venenosas. O médico que receita muita droga não é confiável por seguir as regras da indústria farmacêutica. Eles receitam os medicamentos do Laboratório que lhes dá mais vantagens, como presentes ou viagens com hospedagem e tudo pago.

“É uma situação difícil para o paciente (que, por certo, está servindo de cobaia). Por isso, é importante procurar mais de um médico para opinar sobre uma doença, e checar se ele é ligado à máfia da indústria farmacêutica. Como saber? – Verifique quantas amostras grátis ou brindes ele tem em seu consultório. Se houver mais de cinco, é mau sinal”. Esta é a dica para evitar que seu médico lhe mate envenenado!

sábado, 24 de maio de 2008

O maior pecado do ministro do evangelho

“Um dos maiores pecados dos pastores... é assim apontado pelo profeta: “A fraco não fortalecestes, e a doentes não curastes...”(Ezeq. 34:4); “O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento ... são como ovelhas perdidas; seus pastores as fizeram errar” (Oséias 4:6; Jer. 50:6). A ignorância nos princípios da reforma pró-saúde é pecado, revela Ellen White, no seu livro Conselhos Sobre Regime Alimentar. Este é o maior pecado.

“Aprendam os nossos ministros a dar tratamentos simples, e trabalharem, então, de maneira judiciosa como missionários evangelistas médicos. Não podeis dedicar anos ao vosso preparo. Logo portas que agora estão abertas haverão de fechar-se para sempre. Orem pelos doentes, provendo-lhes as necessidades, não com drogas, mas remédios naturais, ensinando-lhes a recuperar a saúde e evitar a doença” (Tes. Seletos, vol.3, p.370 e 371).

“Muitos dos nossos pastores estão cavando sua sepultura com os próprios dentes. Por toda ofensa cometida contra as leis da saúde - no comer e no beber -,o transgressor tem de pagar a penalidade em seu próprio corpo” (C.S.R.A.,p.141 e 142).

Obra médica-missionária

“Jamais sereis ministros que seguem a ordem evangélica enquanto não demonstrardes um decidido interesse pela obra médica-missionária – que é o evangelho da saúde, da bênção e do fortalecimento” (C. S. R. A.,p.533).

“O pastor será muitas vezes chamado a agir como se fosse médico. Ele deve ter um preparo que o habilite a administrar os remédios naturais, para aliviar os sofredores. Os pastores devem estar bem preparados pela educação e pela prática para combater enfermidades do corpo, como estão para curar a alma enferma do pecado. Agindo assim, eles estão dando cumprimento à missão que Cristo deu aos doze e mais tarde aos setenta: “Curai os enfermos, e anunciai que está próximo o reino de Deus “(Medicina e Salvação,pág. 253)”.

“O ministro do evangelho será duplamente bem-sucedido em seu trabalho se sabe como tratar enfermidades; ele deve ser, também, médico-missionário, que pode curar enfermidades físicas” (M.S.,p.245).

O verdadeiro ministério

“Pastores, não limiteis vosso trabalho a instrução bíblica. Procurai restituir a saúde aos enfermos. Isto é verdadeiro ministério. A obra médica-missionária deve estar ligada com o ministério evangélico. Quero dizer-vos que quando ministros do evangelho e obreiros não estão unidos na atividade médica-missionária, lança-se sobre nossas igrejas o pior mal possível. A obra médica-missionária é parte da mensagem do evangelho,e deve ser reconhecida pela igreja, pois é dever dos membros da nossa igreja, em toda parte, seguir a instrução do Grande Mestre” (M.S.,p.240 a 241).

“O evangelho da saúde deve estar firmemente associado com o ministério da Palavra. É desígnio de Deus que a influência restauradora da reforma de saúde seja parte do último grande esforço para proclamar a mensagem do evangelho. Sob a influência do evangelho, grandes reformas serão realizadas pela obra médica-missionária. Por meio dessa obra, ensinareis aos doentes a cuidarem de si mesmo quando enfermos, sem recorrer ao emprego de drogas” (M.S., p. 260).

“A melhor ajuda que os ministros podem prestar aos membros de nossas igrejas não consiste em pregar sermões, mas em planejar trabalhos para que o façam. Ensine uns a dar estudos bíblicos e a dirigir reuniões em casas de famílias. A outros o cargo de ensinar as pessoas à por em prática os princípios de saúde e temperança, e a maneira de tratar os doentes” (Tes. Seletos Vol. 3, p. 323 e 324).

“O ministro deve educar as famílias, e fortalecer a igreja para cuidar dos próprios doentes e pobres. Assim fazendo, põe em prática as instruções dadas no capítulo 58 de Isaias, e pertencer-lhes-ão as bênçãos aí proferidas” (Tes. Seletos, vol. 2, p.510).

“Nossos Pastores devem tornar-se inteligentes nesta questão da saúde. Em nossas reuniões grandes, devem ser ministradas instruções quanto à saúde e à temperança” (C.S.R.A., p. 449).

ANATOMIA HUMANA


Anatomia é a Ciência que estuda diferentes partes e estruturas que formam o corpo do homem e dos animais. A anatomia se divide em: descritiva ou sistêmica (estudo das várias estruturas do organismo, envolvendo os órgãos internos e sistemas); microscópica ou histológica (estudo da estrutura microscópica dos vários órgãos e tecidos do corpo); topográfica (estudo do corpo subdividido em zonas ou regiões somáticas); cirúrgica (estudo das partes do corpo indicadas para intervenções cirúrgicas); patológica (estudo das alterações provocadas na estrutura do organismo pelas diferentes doenças); e comparada (estudo das relações anatômicas dos diversos seres vivos da escala animal).

Essa ciência que ensina como está formado o corpo humano é objeto de 2 semestres de estudo, nas escolas de Medicina, e foi desenvolvida pela primeira vez no Egito, na Escola de Medicina de Alexandria, fundada em 332 antes de Cristo, por Alexandre Magno. Os médicos Herófilo e Erasístrato dessecavam vivos os criminosos da prisão real, para estudar seus corpos. Mas, quem deu maior contribuição à ciência médica nessa área de anatomia humana foi o pintor italiano Leonardo da Vinci, que pintou vários quadros retratando os órgãos internos e partes do corpo. Antes de Da Vinci, o estudo da anatomia era feito em macacos e porcos.

Para matar sua curiosidade, e saber como eram os órgãos internos do corpo humano, esse pintor italiano envenenava seus parceiros de homossexualismo com um vinho letal de cianureto que ele preparava para esse fim.

Cianureto ou cianeto é um veneno natural que pode ser extraído das sementes de maçã, ameixa, damasco, cereja, pêssego, amêndoa e pêras, como também das folhas verdes da cerejeira do mato. Após envenenar suas vítimas ele fazia a dessecação de seus corpos para pintar na tela, em seu atelier. Com isso, ele deixou um valioso tesouro artístico e científico composto de cerca de 750 quadros que ilustram com detalhes a anatomia humana. O seu trabalho despertou os médicos de Adolf Hitler para o campo da cirurgia, tendo como cobaias os judeus que morreram nos campos de concentração nazista, onde eram retirados os órgãos internos e a pele de alguns judeus que eram submetidos às experiências macabras do nazismo. O exemplo de Hitler foi seguido pela Medicina Alopata, que passou a praticar as cirurgias, uma herança do nazismo. Até hoje as gravuras de Leonardo da Vinci são usadas nas escolas de Medicina para ilustrar as aulas de anatomia humana.

FEITICEIROS e FEITIÇARIA MODERNA

Muitas pessoas entendem ser feitiçaria a prática de macumba ou bruxaria. A Lição da Escola Sabatina, edição de Janeiro-Março de 1993 revela-nos que, onde há algum trecho, na Bíblia, que menciona o nome: “feiticeiros”, está-se referindo aos médicos e bioquímicos, que não são poucos na Obra. Na página 121, da referida Lição, lemos na coluna PERGUNTAS PARA CONSIDERAÇÃO a seguinte frase: “Ao ler Apocalipse 22: 14 e 15 notem a palavra: “feiticeiros”. No vocábulo grego é “pharmakos” ou “envenenador”. A forma correlata, “pharmacon”, quer dizer “droga” ou “medicamento”. A feitiçaria (ou seja, a medicina) antiga envolvia o uso de drogas. Pense nos problemas modernos (na área da saúde) que estão relacionados com as drogas medicamentosas e os “feiticeiros modernos” (médicos e bioquímicos) que atualmente promovem o uso de drogas tóxicas”.

Ellen White considera a Medicina moderna como “feitiçaria de Satanás”, e tacha-os de “apóstolos do espiritismo”, os que se escondem sob a capa da profissão médica. Segundo ela, os médicos são usados por Satanás para tornar algumas pessoas inválidas, matar prematuramente ou saturar o organismo daqueles que buscam deles auxílio, ministrando suas drogas, até a morte. Confira tudo isso em Conselhos Sobre Regime Alimentar, pág. 19; Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 279-283; e Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 50-58.

Apalavra “Medicina” quer dizer “Ciência ou Arte de prevenir a doença e combater as enfermidades”. Entretanto, a profissão médica não passa de uma instituição corporativista tendo como única finalidade: a comercialização de drogas institucionalizadas, visando o fortalecimento dos “cartéis de medicamentos”. Desde os primórdios, como acabamos de ler, “a feitiçaria antiga envolvia o uso de drogas”. O tratamento médico sempre foi com base em “encantamentos”, simulando curas que nunca aconteceram na história da Medicina. As drogas receitadas pelos que Ellen White tacha-os de “bruxos” e “feiticeiros modernos” não tem o propósito de curar; apenas aliviar os sintomas, mascarando a doença. Essa “falsa cura” tem deixado os seres humanos, inclusive aqueles que se consideram “ungidos de Deus”, encantados ou enfeitiçados a ponto de idolatrar os “encantadores” e defender a ciência que alivia a dor com o emprego de drogas venenosas, ao tempo em que mutila, corta, fatia e derrama sangue. Sempre foi assim, porque a Medicina nasceu no Egito, à sombra do misticismo, da idolatria, da magia, da bruxaria e da superstição, e ainda hoje continua comprometida com o ateísmo, o evolucionismo, o espiritismo e o sobrenatural.

Como “filha legítima do espiritismo”, a Medicina foi prática de feitiçaria, astrologia e bruxaria até á Segunda Guerra Mundial, quando Adolf Hitler, com suas experiências malucas, pensando em formar uma “raça pura” ou “superior”, matou nos campos de concentração nazistas cerca de 6 milhões de judeus. Foi a partir daí que a Medicina Mística egípcia passou a ser estudada cientificamente como a Medicina da Nova Era. Para encobrir estas verdades e confundir a mente do povo, os “manipuladores da religião” ensinam nas escolas de teologia que as terapias naturais da chamada Medicina Alternativa, é que são “armadilhas de Satanás na área da saúde”. Eles agem assim porque são na sua maioria dependentes químicos, e para que o povo não venha descobrir a luz da reforma da saúde por intermédio dos reformadores da igreja, esses líderes religiosos pressionam as pessoas para rejeitar a Medicina divina e ir à busca da Medicina química originada do paganismo egípcio. Eles assim se comportam porque são intemperantes no comer e no beber, além de violadores das leis de saúde, o que os tornam em escravos do erro. Hitler, o responsável pelo progresso da Medicina como ciência, assim declarou: “Quanto maior a mentira, mais crédito o povo dá”.

Quanto ao fato de que a Medicina foi originada da feitiçaria egípcia e da bruxaria, na Revista Teológica do IAENE (Instituto Adventista de Ensino do Nordeste), edição de Julho/Dezembro de 1999, pág. 74 e 75, está uma confirmação do que acabamos de relatar: “Em resposta à doença, a pseudo-ciência médica foi desenvolvida no Egito, e também na Mesopotâmia. Alguns dos tratamentos destas nações pagãs incluíam a feitiçaria, a bruxaria, a astrologia, o exorcismo, a adivinhação por agouros e encantamentos. Isto faz parte do solo pagão em que foram regadas e nutridas as antigas raízes da saúde holística da Nova Era”.

Feiticeiros modernos

Você sabe qual é o emblema da Medicina Alopata? – Uma serpente, não é verdade? E, na Bíblia, quem a serpente representa? – A serpente representa a Satanás, não é isso mesmo?

Em Apocalipse 20, verso 2, lê-se: “Ele – Cristo – segurou o dragão, a antiga serpente, que é o diabo, Satanás”. Pérgamo foi transformada em “trono de Satanás” (Apocalipse 2: 13) pelo fato de haver dado seu apoio à Medicina Alopática que se desenvolveu sob a proteção da igreja cristã primitiva depois de sua apostasia a partir do período de Esmirna. O emblema de uma serpente era usado nas bandeirolas dos soldados romanos, as quais faziam parte das cruzadas criadas em 200 depois de Cristo para aprisionar os médicos holísticos que foram queimados vivos em nome da ciência moderna sob a acusação de prática de feitiçaria. Ainda hoje a serpente continua sendo o símbolo da Medicina.

No seu livro Conselhos Sobre Saúde, pág. 454, Ellen White faz uma solene advertência à igreja dizendo ser um erro o povo de Deus recorrer a médicos incrédulos para se consultar com eles. Ela adverte que “os médicos, na sua grande maioria, são espíritas e clarividentes. E, os que recusam aproveitar a luz da reforma pró-saúde (que é transmitida por Deus por meio dos reformadores da igreja), e recorrem aos médicos, rejeitando um dos meios que Deus lhes concedeu para restaurar a saúde e desenvolver a vida espiritual, estão-se colocando nas mãos de Satanás”. O rei Asa fez isto e Deus o deixou morrer a míngua (II Crônicas 16: 12 e 13).

Deus sempre operou pela Medicina Alternativa - O correto é o pastor atuar na igreja como médico-missionário ou terapeuta holístico, a exemplo do que acontecia no antigo Israel, onde os sacerdotes e profetas do Antigo Testamento cuidavam não somente da alma, mas também do corpo e do espírito dos seus compatriotas usando não drogas, mas os agentes encontrados na Natureza. Confira na Bíblia, em II Reis, 5, onde Elizeu curou Naamã, pelo uso da hidroterapia. Em II Reis 20, o rei Ezequias foi curado pelo uso de uma pasta de figo sobre a ferida cancerosa sob recomendação de Isaias. Em João 9, o próprio Cristo curou um cego, pelo uso da argila associada com saliva e a hidroterapia. Jesus e os profetas de Israel restauraram a saúde do povo com terapias alternativas.

Trabalho similar vem sendo realizado pelos terapeutas de saúde que congregam entre os guardadores do sábado. Portanto, a Medicina Alternativa ou não-oficial não é nada novo; ela foi praticada por todos os profetas de Israel, começando por Moisés, por determinação divina. Os livros de Ellen White, a exemplo da Bíblia, estão repletos de ensinamentos sobre Medicina Alternativa e a maneira de aplicar as terapias naturais. Em seus escritos, ela condena com veemência os tratamentos com base em drogas farmacológicas. Referindo-se aos terapeutas de saúde e aos médicos naturopata, ela diz que “o Deus da Natureza ainda hoje dirige o instrumento humano no uso de remédios naturais” (Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 286 e 287).

Meus Orkuts:

Wilson Dias – Terapeuta da Saúde: http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=18236681850922133084

Escritor Wilson Dias: http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=11030414232224674094

IV Seminário da Saúde Holística: http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=2394010572039469397

Por que Pérgamo tornou-se em "trono" de Satanás?

Em 1977, a Casa Publicadora Brasileira, publicou o livro “O Apocalipse Revelado”, de autoria do pastor norte-americano, Roy Allan Anderson, onde o autor revela que a Medicina Alopática, de Galeno, foi desenvolvida em Pérgamo, uma cidade real que foi elevada a capital da Província da Ásia, em 133 antes de Cristo, quando Átalo III entregou seu reino para Roma.

Ainda segundo “O Apocalipse Revelado”, pág. 33, quando Babilônia foi tomada pelos persas, os sacerdotes babilônios que desenvolviam a Medicina sinistra da caldéia, promoveram uma rebelião contra o novo Governo, e foram expulsos do império. Então, os sacerdotes caldeus fugiram para a Ásia Menor, e ali fizeram seu colégio central na cidade de Pérgamo, levando consigo a Medicina caldéia que não passava de ritos de feitiçaria e idolatria pagã. Com isso, Pérgamo tornou-se sede do sistema satânico dos mistérios de Babilônia. Assim, essa cidade da Ásia Menor tornou-se em “sede da religião de Satanás” e, por meio da Medicina desenvolvida pelo médico romano, Galeno, ela formava um elo entre a antiga Babilônia e Roma.

Como tudo começou - No colégio central da cidade de Pérgamo era praticada a Medicina sinistra dos caldeus, que envolviam também ritos religiosos. Ali, os médicos babilônios cultuavam os deuses pagãos e invocavam os “espíritos desencarnados” para promover curas (William B. Barker, Lares and Penates, pág. 232 e 233).

A cidade de Pérgamo, segundo o livro “O Apocalipse Revelado”, pág. 35, era composta de vários templos que eram dedicados aos deuses pagãos, sendo o mais importante deles o de Zeus. Este templo era dedicado a Esculápio, o “deus-serpente” ou “deus da cura”. Assim, uma grande serpente viva era sempre mantida no templo de Zeus, o “deus da Medicina” como objeto de culto. Nesse templo funcionava, também, uma escola de Medicina que foi fundada no ano 200 depois de Cristo, pelo bruxo Cláudio Galeno, médico particular do imperador romano, Marco Aurélio. O emblema dessa escola médica era a serpente. Isto chegou até nós, pois ainda hoje, a serpente que prefigura a pessoa de Satanás continua sendo o emblema da profissão médica.

A prática médica que se baseava em bruxaria, encantamentos, feitiçaria e idolatria pagã tornou-se numa doutrina dentro da igreja, em Pérgamo. A Bíblia, em Apocalipse 2, verso 15, denomina essa prática de “doutrina dos nicolaitas”. Um médico da época, muito temente a Deus, de prenome Antipas, que Deus o considerava como “minha testemunha”, ele se opôs contra o ensino do sistema satânico dos mistérios de Babilônia e, por essa razão, foi martirizado, sendo queimado vivo juntamente com outros 600 mil médicos holísticos, da escola de Hipócrates, além de 90 mil supostas bruxas. Diante do seu apoio à Medicina sinistra que tem raízes do paganismo egípcio e do sobrenatural babilônio, a igreja em Pérgamo tornou-se em “trono de Satanás” (Apocalipse 2: 13).

Uma repetição do que houve em Pérgamo - As igrejas da atualidade não são em nada diferentes da igreja de Pérgamo, que foi a sede da religião de Satanás. O maligno vem usando médicos e pastores para criticar as terapias naturais e enaltecer a Medicina que Ellen White considera como “falsamente chamada ciência”, cujo objetivo é defender a reserva de mercado e fortalecer os cartéis de medicamentos.

Graças ao nazismo do alemão Hitler, a Medicina, durante a Segunda Guerra Mundial, se desenvolveu e tornou-se “ciência”. Através dela, o espiritismo teve ingresso nos centros científicos, invadiu as igrejas e alcançou favor nas Assembléias Legislativas e mesmo junto aos Governos do mundo inteiro, a exemplo do que havia ocorrido em Pérgamo, onde a Medicina egípcia e da Mesopotâmia foram resgatadas por Galeno com a denominação de Alopatia. Esse grande engano – alerta Ellen White, no seu livro O Grande Conflito, pág. 562 -, não é senão o reaparecimento, sob novo disfarce, da feitiçaria condenada e proibida na antiguidade. Apesar de ser reverenciada e considerada como “ciência”, a Medicina continua sob influência do espiritismo, do ateísmo e do evolucionismo.

Desde que Deus confiou a Moisés os princípios da reforma de saúde, que foram também transmitidos a Ellen White, no final do século 18, Satanás sempre odiou as terapias naturais da chamada Medicina Alternativa. O motivo desse ódio de Satanás contra a Medicina Natural é porque através dela o ser humano pode encontrar o caminho da prevenção e da restauração da saúde e da vida, o que é inteiramente impossível se conseguir pelo tratamento químico.

A Medicina Convencional pensa na cura, mas não cura nada. Os medicamentos têm papel importante no alívio de dores e sangramentos, no entanto, apenas mascara a doença, e não passa disso, infelizmente. Mesmo sabendo que é assim, e consciente de que a Medicina tem raízes do paganismo, da idolatria e da feitiçaria, não temos o direito de impedir o povo de procurar os médicos; da mesma forma o clero, não pode proibir o povo de procurar os terapeutas, somente porque estes não possuem diploma de médico.

Está como o diabo gosta

Os reformadores de saúde que congregam na igreja adventista são perseguidos, discriminados e tratados com desprezo pela sua liderança. Por que isto acontece em nosso meio? – A questão é porque o espiritismo se apossou da nossa igreja através da prática médica, a exemplo do que ocorreu com a igreja em Pérgamo. Pelo menos 70 por cento dos membros da nossa igreja, inclusive pastores e anciãos que não vivem a reforma de saúde, são dependentes químicos. Eles usam drogas medicamentosas como se fosse alimento, e por certo estão vivendo do jeito que o diabo gosta!

Ao contrário da prática médica, que se limita a ministração de drogas, o reformador da saúde expõe a necessidade de uma mudança no estilo de vida no comer e no beber. Isto é o que está atrás da iridologia. Então, os rebeldes ou desobedientes aos princípios da reforma pró-saúde, sentem-se repreendidos e agem como agiram os fariseus da antiguidade. Usam de sua influência para incutir na mente do povo que os reformadores da igreja são “espíritas”, cujo objetivo é manter o povo na ignorância sobre a questão da reforma alimentar. O reformador de saúde que congrega na igreja adventista poderia até aceitar ser tratado de “espírita” ou “feiticeiro” ou “bruxo da Nova Era” se a iridologia e as terapias naturais fossem especialidades médica.

Sobre essa briga entre pastores e reformadores de saúde, assim escreveu o pastor Herbert E. Douglass, autor do livro Ministério Profético de Ellen White: “Para os que estão dentro da estrutura institucional (ou seja, no ministério pastoral), o profeta (ou reformador de saúde da igreja) é muitas vezes considerado como alguém que irrita, por causa de suas vigorosas contestações, e também, por causa de seus penetrantes conselhos ou franca reprovação” (Mensageira do Senhor, pág. 236). O pastor Douglass conclui fazendo a seguinte observação: “Para os que fazem parte” da instituição (do ministério), que não são os mais puros, o reformador é sempre inoportuno; eles pensam assim porque são motivados por princípios que nem sempre tem a aprovação de Deus”, como é o caso do apoio à Medicina Convencional que a pena inspirada considera como “feitiçaria de Satanás”.

Blasfêmias contra o Espírito Santo

Diante da recuperação do doente pelo uso da oração intercessória em seu favor, e pelas terapias naturais, envolvendo a alimentação sem uso de carne; os incrédulos que duvidam da ciência divina, como também do poder do Altíssimo que atua por meio dos remédios naturais encontrados na Natureza, fazem conclusões precipitadas, dizendo ser “A cura pelo uso da dietética e pela acupuntura ou outro método que não tenha o reconhecimento da ciência médica (ou fora da Medicina Convencional), só pode acontecer pelo poder de Satanás, através do “bruxo da Nova Era” - título que eles dão ao terapeuta da saúde.

Os fariseus do tempo de Cristo agiram do mesmo modo que os líderes religiosos dos nossos dias. Os líderes da igreja judaica blasfemaram contra o Espírito Santo, afirmando que Jesus curava os doentes e expelia demônios com o poder do próprio Satanás (Mateus 12: 24). Enfim, eles acusaram Jesus de prática de “curandeirismo” e “sortilégio”, tachando-O de “endemoninhado”. Hoje eles tacham os terapeutas de saúde ou reformadores da igreja de “fanáticos”, “bruxos” e “feiticeiros”.

Na Lição da Escola Sabatina, edição de Abril/Junho de 2006, pág. 158, tem um comentário que diz assim: “os fariseus e saduceus alimentavam um ódio venenoso para com Jesus. Eles agiam dessa forma por despeito e ciúme quando viam como o povo valorizava Cristo como médico”. Diz ainda a Lição da Escola Sabatina: “os líderes religiosos da igreja judaica atribuíam às curas e milagres manifestos na obra de Cristo a agências satânicas. Assim, os fariseus pecavam contra o Espírito Santo, cometendo assim o pecado imperdoável”.

A história sempre se repete! Infelizmente! Deus promove ainda hoje a cura sem o uso de drogas, usando Seus instrumentos humanos, que são os reformadores ou terapeutas de saúde, além de médicos naturopata; Deus vem operando por intermédio deles, e o diabo é quem leva a fama. Quando o doente é restaurado à saúde e à vida sob orientação de algum reformador de saúde, aqueles que atualmente ocupam a cadeira dos fariseus transmitem à igreja afirmando que “a cura se deu por operação de Satanás”, sob a alegação de que “o terapeuta da saúde não possui diploma de médico para efetuar curas; o terapeuta não passa de “charlatão” e “aventureiro” – dizem eles. Na opinião desses agentes satânicos: “a cura do doente só pode suceder por meio de um médico diplomado em Medicina”. Isto é o que se ensinam nas igrejas, como se o médico estivesse em lugar de Deus para efetuar curas, empregando drogas venenosas e outros métodos agressivos ao organismo humano. Tudo está do jeito como o diabo gosta!

Curandeiros Modernos

O médico de antigamente possuia o título de “CURANDEIRO”, cuja alcunha era figurada no seu diploma que era expedido pelas antigas faculdades de Medicina, em qualquer parte do mundo. Diante disso, o médico tinha vergonha de exibir o seu diploma expedido pela Escola de Medicina. Ele exibia apenas os certificados de Residência Médica, Jornadas Médicas, Simpósios de Medicina, Congressos Médicos etc.


No início da década de 1990, na condição de naturopata, cuidei pela Naturoterapia de um médico alopata com osteoporose, que tinha 53 anos de Medicina. Certo dia ele perguntou-me se eu já teria visto algum diploma de faculdade nalgum consultório médico. Ao afirmar “não”, ele recomendou sua esposa pegar no fundo do baú o seu diploma de médico, que foi expedido pela UFBA (Universidade Federal da Bahia), em 1953; ali estava escrito: “Conferimos a (fulano de tal) o Diploma de Bacharelado em Medicina na especialização de CURANDEIRO”. Então ele esclareceu: “Olha, Wilson, esse nome “curandeiro” compromete a nossa profissão de médico e, por essa razão, temos vergonha de exibir o nosso Diploma de Bacharelado em Medicina”. Hoje, acredito que não seja a mesma redação.

A filosofia adventista de saúde e cura, não envolve a prática médica, mas está solidamente baseada na Bíblia e nos escritos de Ellen White que ensina que a enfermidade é o resultado da transgressão das leis naturais, físicas e morais que Deus estabeleceu para governar a felicidade e o bem-estar do ser humano. Na opinião da profetisa, Deus é a única fonte de cura, e Ele não opera por meio das drogas, mas sim pelos agentes da Natureza
(Conselhos Sobre Saúde, pág. 168). Portanto, a ciência humana não está em harmonia com a ciência divina. Exemplo: a homeopatia que, apesar de ser reconhecida como ciência médica, pela Associação Médica Brasileira e pelo Conselho Federal de Medicina, mas o Espírito de Profecia não aprova.

Segundo Ellen White, os chamados medicamentos são “misturas usadas sob nomes misteriosos” (Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 291). Ainda falando da Alopatia ou Medicina Convencional, segundo a pena inspirada, trata-se de um modelo de Medicina manipulado por Satanás, para introduzir no organismo humano as drogas que enfraquecem a maquinaria viva, e destruir o corpo daqueles por quem Cristo derramou Seu precioso sangue. “As drogas, que são ministradas aos doentes, segundo ela, não restauram a saúde, mas destroem. As drogas não curam nunca” (Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 289).

Simulação de Curas -
Todo estudioso sabe que o Egito é o berço da Medicina, pois foi lá onde ela nasceu à sombra da idolatria, do paganismo, da feitiçaria, da bruxaria, da astrologia e do misticismo. Uma vez o cristão negligenciando os princípios da reforma de saúde e, quando adoece, ao invés de mudar seu estilo de vida, recorre aos meios de cura oferecidos pela Medicina egípcia, a Palavra de Deus alerta: “Ai dos que descem ao Egito em busca de socorro”. Nesse mesmo trecho bíblico o profeta justifica o “ai” dizendo que os médicos que representam os cavaleiros, tidos como “benfeitores da humanidade”, “são mui fortes, mas não atentam para o Santo de Israel, nem buscam ao Senhor” (Isaias 31: 1).

Na verdade, Satanás tem operado por meio dos que a pena inspirada chama de: “apóstolos do espiritismo”, simulando curas de doenças com o emprego de drogas medicamentosas. Essa simulação de cura promovida pela Medicina Convencional ou Sintomática, tem como finalidade deixar o povo iludido e torná-los em dependentes químicos para o resto da vida. Este é o tipo de cura considerado como correto pelos “fariseus modernos”. Assim, o pecado contra o Espírito Santo que foi praticado por aqueles que faziam oposição a Jesus, vem se repetindo nos dias atuais pelos líderes religiosos que fazem oposição aos reformadores de saúde da própria igreja.


O restabelecimento da saúde, segundo Ellen White, só se dará por operação de Deus, que é a única fonte de cura. Nem médico, nem terapeuta cura. Ellen White alerta que por meio dos médicos espíritas, os “espíritos de demônios” vêm “simulando milagres” e propondo doutrinas profanas, a saber, o ateísmo, o evolucionismo e o espiritismo. Pelos seus frutos conhecereis, diz a Palavra do Altíssimo.

Espiritismo e Ateísmo invadem as igrejas

Através da prática médica – alerta a profetisa – o espiritismo invadiu as igrejas. Por meio do médico espírita, Satanás aparece como benfeitor da humanidade, curando as doenças do povo, ao mesmo tempo em que vem (por meio das drogas medicamentosas) operando como destruidor. Ler: Conselhos Sobre Saúde, pág. 460.


“A Medicina degenerou-se em feitiçaria com grave prejuízo para todos. Esta Medicina se degenerou irremediavelmente pelo efeito deletério da magia e da feitiçaria. Com respeito à religião pagã egípcia aplica-se igualmente à Medicina. É neste contexto de II Crônicas 16: 12: “Caiu o rei Asa doente dos pés; na sua enfermidade não recorreu ao Senhor (na pessoa dos Seus profetas que atuavam como terapeutas), mas confiou nos médicos”. A aversão às práticas médicas correntes na época do rei Asa se explica o fato de que a Medicina de então era de tal maneira misturado com a feitiçaria e a superstição que nenhum israelita em boa consciência podia buscar seu socorro. O médico de então não passava de curandeiro e encantador, como é o caso ainda hoje pelo envolvimento do médico com o espiritismo” (Dr. Manfred Krusch, Revista Vida e Saúde, pág. 6 e 7, edição de 1983).

Graças ao nazismo do alemão Hitler, a Medicina, que não passava de feitiçaria, bruxaria e superstição, se desenvolveu e tornou-se “ciência”. Através dela, o espiritismo teve ingresso nos centros científicos, invadiu as igrejas e alcançou favor nas Assembléias Legislativas e mesmo junto aos Governos do mundo inteiro, a exemplo do que havia ocorrido em Pérgamo, onde a Medicina egípcia teria sido resgatada com a denominação de Alopatia. Esse grande engano – alerta Ellen White, no seu livro O Grande Conflito, pág. 562 -, não é senão o reaparecimento, sob novo disfarce, da feitiçaria condenada e proibida na antiguidade. Apesar de ser reverenciada e considerada como “ciência”, a Medicina continua sob influência do espiritismo, do ateísmo e do evolucionismo. Como podemos observar, infelizmente, por meio da Medicina o espiritismo invadiu a igreja adventista do sétimo dia e as demais igrejas denominacionais. E, visando esconder essa verdade, alguns pastores condenam as terapias naturais e enaltecem a Medicina que se originou da feitiçaria satânica.

Durante a Segunda Guerra Mundial, graças a Adolf Hitler, com suas experiências malucas que sacrificou nos campos de concentração nazista cerca de 6 milhões de judeus, pensando em criar uma raça mais pura, a Medicina, que não passava de prática de curandeirismo, passou a ser estudada como ciência na área de cirurgias e de anatomia. Até então, o médico não sabia a localização dos órgãos internos por não conhecer o corpo humano por dentro. Com isso, o médico contratava um açougueiro ou um barbeiro para abrir o corpo do seu paciente e, após localizar o órgão a ser tratado, realizava a cirurgia que se pretendia fazer. Quando o problema não era caso de cirurgia, o médico buscava auxílio de um “pai de santo” (o mesmo que macumbeiro), pois ele chegava à conclusão de que o seu paciente não teria ficado curado com a cirurgia, porque poderia estar “sob influência de maus espíritos” e, por essa razão, teria de ser exorcizado, para livrar o corpo dos “espíritos maus” ou dos “deuses hostis” (Medicina, pág. 10, Editora Globo).

Uma vez que a Medicina tornou-se ciência, o médico moderno não precisou mais dos serviços do macumbeiro nem do açougueiro, porque as práticas de feitiçaria da Medicina foram substituídas pelo estetoscópio, pelos exames de laboratório, pelos Raios-X, pelo exame de ultra-sonografia, pelas cirurgias e pelo uso de drogas medicamentosas. Como o açougueiro e o macumbeiro eram figuras importantes na Medicina, eles continuam até hoje trajando branco como o médico, seu antigo parceiro de profissão.

CASA DE RECUPERAÇÃO DE JERUSALÉM

Em atendimento ao apelo do Mestre, que assim recomendou: “Lhes dou autoridade para curar toda sorte de doenças e enfermidades; curai os enfermos, e anunciai-lhes que está próximo o reino de Deus” (Mateus 10: 1 e 8; Lucas 10: 9); Pedro, Tiago, Estevão, João e Barnabé instalaram, em Jerusalém, uma Casa de Recuperação para socorrer os doentes e necessitados. Essa Casa de Recuperação de Doentes funcionou em Jerusalém durante 3 anos ininterruptos, entre os idos de 31 a 34 depois de Cristo, a saber, até o martírio de Estevão.


Ali, os discípulos de Jesus internavam os doentes e cuidavam de suas enfermidades usando os agentes da Natureza, como o uso da hidroterapia, a oração intercessória, a massagem, a geoterapia e o uso das ervas medicinais, além de imposição das mãos. Estes eram os meios de cura usados pelos apóstolos. Dessa Casa de Recuperação, que era conhecida como "Casa dos Apóstolos de Jesus", surgiu a primeira igreja cristã. Estevão, como sendo o terapeuta mais experiente do grupo, foi escolhido para o cargo mais alto dessa igreja primitiva, dentre os sete auxiliares de Pedro, que lhe confiou os serviços de terapias naturais e refeitórios. Depois da partida do Mestre a religião e a saúde andavam de mãos dadas.

Durante três anos o evangelho era pregado somente aos doentes que se internavam na "Casa dos Apóstolos", uma vez que os líderes da igreja judaica, enciumados, porque o povo tinha os apóstolos como médicos holísticos, teriam proibido os discípulos de falar a respeito de Jesus publicamente, isto depois do pentecostes. Quando a referida Casa foi descoberta por Saulo de Tarso, no ano 34, este condenou Estevão, que foi morto por apedrejamento sob a acusação de que estaria praticando bruxaria. Enfim, os discípulos de Jesus que trabalhavam com Pedro, na Casa de Recuperação dos Doentes, em Jerusalém, foram todos acusados de “charlatões”, "mistificadores", "feiticeiros", "blasfemos" e "caluniadores", pelo fato de virem socorrendo os doentes pelos meios naturais, dando prosseguimento à obra iniciada por Jesus.

Ainda hoje a mesma história se repete entre os adventistas, onde os reformadores de saúde, da referida denominação religiosa, são acusados de misticismo. Em contrapartida a igreja católica apóia o trabalho dos terapeutas. As irmãs católicas, em Jacobina-Ba., criaram um espaço terapêutico nos mesmos moldes da “Casa dos Apóstolos de Jesus”, onde o autor deste livro foi o pioneiro em atendimentos, entre 1996 e 2003. Até hoje o referido espaço terapêutico funciona como internato de pessoas portadoras de enfermidades tidas pela Medicina como “casos perdidos”. Este espaço é conhecido em Jacobina como Casa de Repouso do Divino Espírito Santo, que funciona sob a administração das irmãs Maria Alice, Alzira e Selma.

Os reformadores de saúde que congregam nas igrejas evangélicas, em particular, na igreja adventista do sétimo dia, pelo fato de virem tentando alertar o povo para o perigo das drogas e para os riscos do uso do alimento cárneo, despertando as pessoas para a prática da reforma de saúde, são caluniados, perseguidos e acusados de "feiticeiros" e "bruxos da Nova Era" pelo ministério pastoral, e também, são considerados como "intrusos" e "charlatões" pela classe médica. Isto é para cumprir-se o que falou Paulo, em II Timóteo 3: 12 e 13, de que todos quantos querem viver piedosamente realizando a mesma obra que Cristo Jesus realizou, aliviando a humanidade sofredora, serão perseguidos pelos “impostores” da religião que vivem enganando o povo e sendo enganados pelos seus líderes maiores.

Oração Modelo do Reformador de Saúde - O maligno tem usado alguns líderes da igreja para mover calúnias e perseguições contra os que vivem piedosamente em Cristo Jesus executando a obra de reforma de saúde e da temperança cristã. A questão é que, os reformadores da igreja vêm trabalhando para levar o povo a mudar seus hábitos e práticas; pois o diabo sabe que essa reforma alimentar que é ensinada ao povo pelos terapeutas com formação em iridologia e nutrição natural, leva as pessoas a abrirem suas mentes e, por esse meio, se relacionarem mais com Deus. Isto é o que está por traz da iridologia e das terapias alternativas. Por essa razão o diabo usa seus agentes humanos para perseguir os iridólogos e terapeutas holísticos. E, para o terapeuta ou reformador de saúde suportar os ataques satânicos e continuar na posse do divino poder de promover a reforma alimentar, a temperança cristã e a cura natural; Ellen White criou para eles a “Oração Modelo do Médico-Missionário” que deve ser proferida por todo reformador de saúde, diariamente, antes de ele executar o seu trabalho em prol dos doentes.

Eis a “Oração Modelo do Reformador de Saúde”, ensinada por Ellen White:


“O homem
(terapeuta ou reformador de saúde) que estiver trabalhando segundo o Plano de Deus (aliviando a humanidade sofredora, não com uso de drogas, mas com remédios naturais), orará assim: Que se conheça neste dia por meio do meu trabalho pela humanidade sofredora que há Deus em Israel, e que eu sou Teu servo. Que se vejam, que eu estou trabalhando, não segundo os meus próprios impulsos e sabedoria, mas de acordo com a Tua Palavra”
Ellen White, Beneficência Social, pág. 123 e 124.

Atribuições do Médico e do Terapeuta Holístico

(As diferenças entre as atividades do Médico e do Terapeuta de Saúde)

“Tratando-se de uma enfermidade aparentemente incurável, o terapeuta reformador da saúde encaminha o doente a Cristo, mediante oração; o médico comum, por sua vez, pelo seu envolvimento com o sobrenatural, recomenda o paciente procurar um centro espírita na tentativa de se obter a cura”.

“Nos casos tidos como difíceis para a Medicina, o terapeuta reformador busca o auxílio de Deus, para a restauração do doente; o médico comum, por estar envolvido com o espiritismo, recorre a um centro espírita, ou à Associação de Medicina e Espiritismo, onde consulta os que eles chamam de “espíritos desencarnados”, dos quais pedem para indicar o medicamento certo para este ou aquele caso”.

“Em caso de enfermidades, o terapeuta recomenda uma reforma dietética e uso de terapias naturais; o médico comum, receita drogas ou prática de cirurgias”.

“Em caso de doença, o médico luta para aliviar os sintomas da enfermidade, visando adiar a morte do enfermo; o terapeuta reformador, por sua vez, trabalha para melhorar a qualidade de vida das pessoas”.

O médico comum dicotomiza o doente tratando doenças localizadas; o terapeuta trata o doente por inteiro, integralmente, nas dimensões físicas, mental, emocional e espiritual.

O médico comum receita drogas como alimento; o terapeuta recomenda usar os alimentos como remédio.

O médico comum diagnostica doenças; o terapeuta avalia a saúde do doente e vê apenas disfunções orgânicas ou predisposições.

O médico luta para purificar o organismo e combater infecções pelo uso de antibióticos; o terapeuta trabalha para libertar o organismo das toxinas, indicando o uso de laxantes, lavagens intestinais ou jejuns terapêuticos, além da mudança de hábitos alimentares.

O médico luta para promover a cura do doente subjugando a Natureza; o terapeuta trabalha para harmonizar o doente com a Natureza e com o Criador do universo.

Para aliviar o enfermo, o médico indica medicamentos da indústria farmacêutica; o terapeuta indica os remédios naturais encontrados na Farmácia de Deus, que é a Natureza.

O médico faz diagnóstico de doenças por meio de exames de laboratórios; o terapeuta faz avaliação da saúde pelo uso de métodos simples de diagnose, incluindo a observação de sinais verificados em todo o corpo e na Íris do olho do doente.

Os médicos comuns têm pacientes; o terapeuta da saúde tem clientes.

O médico pratica Medicina química; o terapeuta pratica Medicina Natural.

O médico requer exames de laboratórios, para diagnosticar doenças; o terapeuta recomenda uma mudança no estilo de vida, incluindo uma reforma alimentar, além de respiração profunda e exercícios físicos, para combater doenças e prevenir enfermidades.

O médico está a serviço da indústria farmacêutica ou dos laboratórios químicos, por receitar drogas farmacológicas; o terapeuta está a serviço de Deus, por indicar os agentes curativos encontrados na Farmácia divina, que é a Natureza.